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Alberto Benveniste

Universidade de Lisboa

Cátedra de Estudos Sefarditas
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Cátedra "Alberto Benveniste" » Centro de Documentação

Centro de Documentação

O Centro de Documentação da Cátedra «Alberto Benveniste» é um serviço on-line prestado a todos os que nos procuram em busca de informação. Em conformidade com critérios de autoria e temáticos, irão sendo disponibilizados textos integrais e documentos originais para o estudo da historiografia dos Sefarditas portugueses.

Neste momento, mediante um trabalho sistemático de investigação, damos especial atenção às àreas de: 1. Documentação medieval peninsular (responsabilidade de Alice Tavares); 2. Documentação relativa à família Mendes / Benveniste (responsabilidade de Susana Bastos Mateus); 3. Iconografia (recolha realizada por alunos de Graduação no âmbito das actividades docentes do Prof. Dr. Ângelo Assis na Universidade Federal de Viçosa)
“Da cor do cárcere vestido”. A defesa de Cristóvão de Mendonça perante a Inquisição de Évora
VIEIRA, Carla da Costa;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 503-536
+Resumo
A 19 de Julho de 1636, Cristóvão de Mendonça entrava nos cárceres da inquisição de Évora. Com 51 anos e um passado de serviço à fazenda real, como juiz da alfândega de Faro e executor do Reino do Algarve, ele fora preso na sequência da vaga de prisões que atingia a cidade desde 1633.

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“Não cuides que minha dor me dá repouso”: as motivações judaicas nas éclogas de Bernardim Ribeiro
NEPUMOCENO, Luís André; CAIXETA, Bruna Pereira
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 423-450
+Resumo
Desde que Teixeira Rego publicou seu artigo “Bernardim Ribeiro”, no Diário de Notícias, em 1925 (texto posteriormente compilado no volume Estudos e Controvérsias), apontando a arrojada hipótese de que o autor da Menina e Moça era judeu, e “judeu de categoria”, o problema tem se arrastado e angariado as mais diversas opiniões críticas de filólogos e historiadores. Pinharanda Gomes e Helder Macedo, bem como outros críticos mais recentes, em diferentes momentos, ampliaram a tese de Teixeira rego, evidenciando com sólidos argumentos as raízes judaicas de Bernardim ribeiro, enxergando na Menina e Moça e nas éclogas publicadas no mesmo volume fortes indícios de resistência sefardita, apoiada nos livros místicos hebraicos, como a Cabala e o Zohar. Desde então, pelo menos para os estudiosos de Bernardim, tem sido inevitável debruçar-se sobre o difícil problema.

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“Por comprazer a su pay”. Afrodescendentes, Judaísmo e inquisição no bispado do Rio de Janeiro (sécs. XVII-XVIII)
PEREIRA, Ana Margarida Santos
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 325-350
+Resumo
A partir do início do século XVIII, a actividade repressiva da Inquisição fez-se sentir de forma particularmente intensa nas capitanias do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, facto esse cuja relação com o desenvolvimento traçado pela economia brasileira tem sido, de resto, evidenciada por diversos autores. Até então, a vigilância inquisitorial actuara sobretudo – embora não exclusivamente – nas Capitanias do Norte, particularmente na Baía e em Pernambuco que, além de serem as mais ricas, graças ao desenvolvimento aí alcançado pela exploração do açúcar, eram também aquelas onde se encontrava a maior parte da população da colónia. Nos anos finais do século XVII, as Capitanias do Sul, cuja economia procurava re compor se após um período de crise, viram o seu comércio reanimar-se, graças à assinatura do tratado que pôs fim à Guerra da Restauração em 1668; às facilidades concedidas aos negociantes naturais e/ou residentes no Brasil para o comércio com o continente africano e as ilhas do Atlântico; e ao restabelecimento da produção açucareira e da exportação de tabaco, devido ao crescimento da procura nos mercados internacionais. A descoberta de ouro em Minas Gerais, ocorrida logo a seguir, revolucionou a economia da região, que teve na primeira metade do século XVIII o seu período de maior esplendor. As perspectivas abertas pela actividade mineradora atraíram para ali muitos forasteiros – portugueses e não só – dando lugar a um fluxo migratório sem precedentes, cujas consequências seriam visíveis em todos os aspectos da vida na região. O Rio de Janeiro, por onde entravam a maioria dos emigrantes e os escravos para as minas, bem como muitos dos produtos necessários para abastecer o interior mineiro, constituindo igualmente a porta de saída para o ouro, viu a sua população mais do que triplicar no período em questão; a importância alcançada pela cidade da Guanabara no panorama brasileiro culminaria em 1763, com a sua elevação a capital, substituindo a de Salvador, na Baía, cujo declínio era então evidente.

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551. Del albedí que non pendrare con el cristiano.
GOROSCH, Max (Ed.)
El Fuero de Teruel. Édition Critique (Introduction Littéraire et Linguistique. Texte et notes critiques. Vocabulaire Complet et Glossaire Latin, avec 5 Planches Hors Texte) par Max Gorosch, Stockholm, Uppsala, 1950, p. 315.
Fuero; Teruel; Justiça;
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561. De quando deue auer plaços el cristiano con el judío.
GOROSCH, Max (Ed.)
El Fuero de Teruel. Édition Critique (Introduction Littéraire et Linguistique. Texte et notes critiques. Vocabulaire Complet et Glossaire Latin, avec 5 Planches Hors Texte) par Max Gorosch, Stockholm, Uppsala, 1950, p. 318.
Fuero; Teruel; Justiça; Prazos;
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564. De juicio que a judío et a cristiano será dado.
GOROSCH, Max (Ed.)
El Fuero de Teruel. Édition Critique (Introduction Littéraire et Linguistique. Texte et notes critiques. Vocabulaire Complet et Glossaire Latin, avec 5 Planches Hors Texte) par Max Gorosch, Stockholm, Uppsala, 1950, p. 319.
Fuero; Teruel; Justiça;
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566. De cristiano que a judío firiere.
GOROSCH, Max (Ed.)
El Fuero de Teruel. Édition Critique (Introduction Littéraire et Linguistique. Texte et notes critiques. Vocabulaire Complet et Glossaire Latin, avec 5 Planches Hors Texte) par Max Gorosch, Stockholm, Uppsala, 1950, p. 319.
Fuero; Teruel; Justiça; Delitos; Agressões físicas;
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568. Del judio, que no há part en calonja.
GOROSCH, Max (Ed.)
El Fuero de Teruel. Édition Critique (Introduction Littéraire et Linguistique. Texte et notes critiques. Vocabulaire Complet et Glossaire Latin, avec 5 Planches Hors Texte) par Max Gorosch, Stockholm, Uppsala, 1950, p. 320.
Fuero; Teruel; Justiça; Delitos; Coimas;
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A «Obra ao Rubro» na Cultura Portuguesa de Seiscentos: o Cristão-Novo Manuel Bocarro Francês e seus Versos Alquímicos de 1624
SILVA, Sandra
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, 2008, pp. 217-244
+Resumo
Figura instruída e arrebatada, que privara com eminentes letrados da sua época, Manuel Bocarro Francês foi um célebre poeta, médico, astrólogo e matemático, que nasceu na cidade de Lisboa, por volta de 1588, no seio de uma família de cristãos-novos com raízes em Estremoz e Abrantes.

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A acção do Santo Ofício sobre a comunidade cristã-nova de Lamego (1541-1544): o caso de Isabel Mendes
MATEUS, Susana Bastos
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 7, 2007, pp. 301-320.
Isabel Mendes; Inquisição; Lamego
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A Actuação Inquisitorial na Margem Esquerda do Guadiana (1640-1715)
COSME, João
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º4, 2004, pp. 41-149.
(PDF formato pdf, 1,036 KB)

A Biblioteca Ets Haim. Do Livro ao Saber
MATIAS, Maria Fernanda
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º4, 2004, pp. 269-282.
(PDF formato pdf, 138 KB)

A Carta de Dom Isaac Abravanel ao Conde de Faro.
SALOMON, Herman Prins
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº2, Lisboa, 2002, pp. 135 - 140.
(PDF formato pdf, 2,151 KB)

A casa comercial de Diogo Álvares na Rua das Mudas em Lisboa - 1655
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães; Maria Ferraz Correia
Terra Quente, 15 Dezembro 2011
Inquisição Cristãos-novos Comércio Lisboa
(PDF formato pdf, 287 KB)

A construção da ponte da Quinta da Portela sobre o Rio Sabor
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda; Correia, Maria Ferraz
Terra Quente, 15 Agosto 2012
Inquisição Cristãos-novos Miranda do Douro Torre de Moncorvo
(PDF formato pdf, 466 KB)

A diáspora de Francisco Sanches na busca da consciência do Eu
NABAIS, João-Maria
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 357-368.
(PDF formato pdf, 443 KB)

A Diáspora Sefardita na Ásia e no Brasil e a Interligação das Redes Comerciais na Modernidade
SOUSA, Lúcio Manoel Rocha de & ASSIS, Angelo Adriano Faria de
Revista de Cultura do Instuto Cultural do Governo da R. A. E. de Macau (CHINA). ISsN 1682-1106
Cristãos-novos portugueses; Diáspora Sefardita; redes comerciais sefarditas.
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A emancipação dos Judeus em Portugal
MARTINS, Jorge
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, 2008, pp. 63-84
+Resumo
A política de tolerância seguida pela generalidade dos nossos
primeiros reis – com tudo o que esta atitude comporta de positivo
e negativo, isto é, de aceitação tácita de práticas consideradas erráticas – permitiu o florescimento das comunidades judaicas por todo
o território que há quase nove séculos constitui Portugal. A significativa presença judaica no final do século XV, abruptamente interrompida pelo decreto de expulsão de 1496, seguido do baptismo
forçado do ano seguinte e do estabelecimento da Inquisição em
1536, permite-nos calcular em cerca de 10% de judeus numa população
que pouco mais seria que um milhão de habitantes. Embora
estes números não possam ser rigorosamente demonstrados, houve
autores que chegaram ao cálculo de 20%, como o fez J. Lúcio de
Azevedo na sua História dos Cristãos Novos Portugueses (1921). Desde o
fim do período da tolerância até à obtenção da liberdade religiosa
pelos judeus portugueses, vigorou o “fero monstro” inquisitorial,
de que resultaram cerca de 45.000 processos, dos quais foram
executados mais de 2.000 réus, em geral garrotados, esmagadoramente
acusados de judaizar. Esse inferno de quase três séculos só
seria definitivamente banido do país no período liberal, em 1821.
Em consequência, a caminhada das comunidades judaicas contemporâneas
em direcção à sua emancipação foi longa.

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A fábula na obra poética de Diogo Pires
ANDRADE, António Manuel Lopes
Ágora. Estudos Clássicos em Debate, 9 (2007), pp. 99-118 .
Diogo Pires; Renascimento; Humanismo; Literatura
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A figura de Salomão Usque: a face oculta do humanismo judaico-português
ANDRADE, António Manuel Lopes
in GONÇALVES, Miguel, et alii (orgs.), Gramática e Humanismo. Actas do Colóquio de Homenagem a Amadeu Torres. Braga, Publicações da Faculdade de Filosofia, 2005, vol. II, pp.15-25.
Humanismo; Humanismo judaico; Salomão Usque; Literatura sefardita
(documento Word formato doc, 99 KB)

A Igreja de Santo António dos Portugueses e a Família Espinosa da Guarda
GUIMARÃES, Maria Fernanda
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º4, 2004, pp. 225-232.
(PDF formato pdf, 131 KB)

A importância económica e a posição social dos Judeus sefardins na Espanha dos fins da Idade Média
KELLENBENZ, Hermann
Do Tempo e da História, Lisboa, Centro de Estudos Históricos da FLUL, 1971, IV, pp. 35/51
usura perseguições sociais conversos
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A Inquisição e o cristão-novo no Brasil Colonial.
VAINFAS, Ronaldo
P.R.Pereira. (Org.). BRASILIANA DA BIBLIOTECA NACIONAL: GUIA DAS FONTES SOBRE O BRASIL. 1 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002, v. 1, p. 143-160.
(PDF formato pdf, 273 KB)

A Inquisição portuguesa e o processo contra Heitor Antunes, cavaleiro d’el Rey e Macabeu do Recôncavo: um (cripto) rabino na Bahia quinhentista
ASSIS, Angelo Adriano Faria de;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 351-372
+Resumo
São já bem conhecidos, pela historiografia, tanto clássica quanto contemporânea, os acontecimentos que, no final do Quatrocentos, levaram D. Manuel I, rei de Portugal, de alcunha Venturoso, à publicação do Édito de expulsão dos judeus e mouros forros, mais tarde transformado em decreto de conversão forçada destes em cristãos-novos. Não são escassos, ainda, os estudos acerca da implantação e estruturação do Santo Ofício da Inquisição em Portugal a partir de 1536, tribunal este que, até 1821, procuraria hereges e maus cristãos entre a população tanto no reino quanto em seus domínios de além-mar.

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A Inquisição portuguesa sob acusação: o protesto internacional de Gastão Abrunhosa
MARCOCCI, Guiseppe
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 7, 2007, pp. 31-81.
Inquisição; Funcionamento da Inquisição; Protestos contra a Inquisição
(PDF formato pdf, 293 KB)

A letter of shahzade Selîm to Charles IX of France on the “Nassi Affair”
IŞIKSEL, Güneş
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 7, 2007, pp. 245-254.
Joseph Nasci; Selim; Carlos IX
(PDF formato pdf, 107 KB)

A MESA DO MARRANO: IDENTIDADE E MEMÓRIA JUDAICA NO BRASIL COLONIAL
GONÇALVES, Edvaldo Sapia & GIMENEZ, José Carlos.
IV Congresso Internacional de História. Maringá (Paraná, BRASIL), 2009.
(PDF formato pdf, 64 KB)

A muyto devota oraçã da Empardeada. Em lingoajem portugues

Barcarrota; Francisco de Peñaranda; Orações
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A Noiva Judia ou Isaac e Rebecca de Rembrandt. Um Mundo Barroco
CORREIA, Patrícia Cardoso
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 171-204.
(PDF formato pdf, 1,166 KB)

A oração para a autoridade na esnoga de Amesterdão como factor de conservação da identidade portuguesa
SALOMON, Herman Prins
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 7, 2007, pp. 255-272.
Amsterdão; Sinagoga; Culto; Identidade
(PDF formato pdf, 2,879 KB)

A origem dos Mendes-Benveniste
SALOMON, Herman Prins
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 87-88.
(PDF formato pdf, 79 KB)


A publicação dos Diálogos de Amor de Leão Hebreu no contexto romano da primeira metade do século XVI
NOVOA, James Nelson
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 55-74.
(PDF formato pdf, 709 KB)

A questão judaica nos autores medievais portugueses
GOMES, Saúl António
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 9, 2009, pp. 93-120
+Resumo
O Cristianismo, como todos sabemos, ao projectar-se como nova revelação operou uma profunda mudança na religião moisaica. Seja na perspectiva petrina, como igreja institucionalizada, seja numa orientação paulina, como religião normativa, o Cristianismo sempre polemizou e procurou polemizar com a tradição teológica judaica. À ideologia endógena de “povo eleito”, os primeiros cristãos contrapuseram a do proselitismo evangélico universal. Os acontecimentos históricos demonstram o sucesso deste projecto renovador da antiga Fé javista.

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A resistência sefardita ao Santo Ofício no Período Filipino.
MEA, Elvira de Azevedo da Cunha
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº2, Lisboa, 2002, pp. 47 - 58.
Período Filipino; Santo Oficio;
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A Ribeira das Naus. Livro de Horas dito de D. Manuel [detalhe] [Lisboa, Museu Nacional de Arte Antiga]
HOLANDA, António de
Lisboa; Francisco Mendes Benveniste

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A Senhora e os destinos da Nação Portuguesa: o caminho de Amato Lusitano e de Duarte Gomes
ANDRADE, António Manuel Lopes;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 87-130
+Resumo
A Cátedra de Estudos Sefarditas «Alberto Benveniste» quis prestar uma justa homenagem à figura incontornável de Beatriz de Luna ou Grácia Naci, por ocasião das comemorações do quinto centenário do seu nascimento, na cidade de Lisboa. Esta comunicação pretende assinalar a celebração desta efeméride, traçando um quadro geral dos caminhos trilhados por duas figuras de proa da Nação Portuguesa – Amato Lusitano e Duarte Gomes –, que pertenceram ao círculo mais restrito da Senhora, como a homenageada ficou conhecida entre os judeus sefarditas, e a acompanharam de perto na longa e tormentosa jornada das suas vidas, desde a cosmopolita cidade de Lisboa até à Península Itálica.


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A vida religiosa na diáspora portuguesa; Joseph Jesurun Pinto e o seu "seder hazanut" (Livro da Ordem das Rezas) em português (Amesterdão, 1750)
SALOMON, Herman Prins
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 569-586
+Resumo
Joseph Jesurun Pinto nasceu em Amesterdão em 1729. Fez os seus estudos no Seminário Rabínico Ets Haim (“Árvore da Vida”) sob a direcção do Haham (“Rabino Mor”) David Israel Atias. Em 1750, em Amesterdão, com 21 anos, acabou o trabalho intitulado "seder hazanut por o qual se deve governar um hazan (“oficiante”) para as rezas e cerimónias, conforme se estila em nossa qehila" (“comunidade”). O manuscrito, pertencente à Biblioteca Ets Haim, consta de dois pequenos volumes totalizando 126 folhas, consecutivamente numeradas, e aditamentos posteriores, pelo mesmo autor, de 6 folhas sem numeração. Falta o rosto do primeiro volume. Está redigido em português, referenciando em hebraico as primeiras palavras das rezas e dos trechos bíblicos, pela maior parte em letra hebraica cursiva sefardita, mas várias vezes transcritas em letras latinas, que até certo ponto revelam a pronúncia hebraica do autor. Aparecem também algumas palavras espanholas adoptadas da tradução espanhola quinhentista da Sagrada Escritura e da liturgia hebraicas, provindo de Ferrara (Itália) e muitas vezes reimpressas em Amesterdão, locais onde nunca saíra para uso dos fiéis devotos uma tradução portuguesa das mesmas.

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Account book held by Diogo Fernandes Netto / Livro de contas de Diogo Fernandes Neto

Notari dell'A.C. 429
Diogo Fernandes Netto, account book, Lisbon
Notari dell'A.C. 429
+Resumo
The document contains the account book held by Diogo Fernandes Netto with the Florentine banker in Rome, Benvenuto Olivieri, the depository general to the Apostolic Chamber from 1534 to 1549.
Este documento contém o livro de contas que estava na posse de Diogo Fernandes Neto, em relação ao banqueiro florentino estante em Roma, Benvenuto Olivieri, o depositário geral da Câmara Apostólica de 1534 a 1549.


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Documentos adicionais:

Acquittance on the part of Diogo António, a New Christian from Coimbra, in a civil suit presented in the tribunal of the Apostolic Chamber / Quitação da parte de Diogo António, um cristão-novo de Coimbra, num processo cível apresentado no tribunal da Câmara Apostólica.

Notari dell'A.C. 1111 fol. 267 r-v.
Diogo António, Diogo Fernandes Netto, Aquittance, Civil Suit
Notari dell'A.C. 1111 fol. 267 r-v.
+Resumo
The acquittance agreement, drawn up on April 23, 1541, establishes a settlement to the Civil Suit brought by Diogo António against three New Christian merchants in Portugal: Jorge Lopes Bixorda, Nuno Henriques, Tomas Serrão. Through their representative in Rome, Diogo Fernandes Netto they agree to pay 10,000 ducats to cover the legal expenses of the trial.
O acordo de quitação, esboçado a 23 de Abril de 1541, estabelece uma conclusão ao Pleito Cível protagonizado por três mercadores cristãos-novos de Portugal: Jorge Lopes Bixorda, Nuno Henriques, Tomás Serrão. Através do seu representante em Roma, Diogo Fernandes Neto, eles concordam em pagar 10.000 ducados para cobrir as despesas legais do processo.

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Documentos adicionais:

Alborayque. [en la ilustración, un caballo sin jinete]

Barcarrota; Francisco de Peñaranda
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Alfonso VI establece el procedimiento que había de seguirse en las causas entre judíos y cristianos, é impone un tributo extraordinario á los infanzones y villanos de tierra de León.
HINOJOSA, Eduardo (Ed.)
Documentos para la Historia de las Instituciones de León y Castilla (siglos X - XIII), Madrid, Junta para la Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Rstudios Históricos, 1919, pp.
Afonso VI; Reino de Leão; Justiça; Pleitos; Coimas;
(PDF formato pdf, 1,836 KB)

Alguns aspectos sobre a presença de Judeus e Cristãos-Novos portugueses em Livorno (sécs. XVI-XVIII)
MATEUS, Susana Bastos
Terra Quente. Quinzenário de Informação Regional, 15 de Agosto 2008, p. 21.
Livorno
(documento Word formato doc, 33 KB)


Amigos de Ribeiro Sanches
LEMOS, Maximiano de
Médicos; Medicina; Cristãs-novos; Universidade;
(documento Word formato doc, 68 KB)

An Example of collaboration between the Spanish and Portuguese Inquisitions: the Trials of the Converso Diogo Ramos and his Family (1680-1683)
SOYER, François
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 317-340.
(PDF formato pdf, 817 KB)

Ana Rodrigues, natural de Sambade - 1560
ANDRADE, António J.; GUIMARÃES, Maria Fernanda
Terra Quente, 15 Junho 2013
Cristãos-Novos Inquisição Sambade Alfândega da Fé Ana Rodrigues Gil Vaz Bugalho
(PDF formato pdf, 229 KB)

Antigo palacio da Inquisição de Lisboa [Visual gráfico]
LEGRAND, Charles, fl. entre 1839 e 1847.;
[S.l. : s.n., ca 1842] ([Lisboa] : Lith. de M. L. da C tª. - 1 gravura : litografia, p&b ; 12,3x20,2 cm
Inquisição; Palácio da Inquisição; Lisboa; Ilustração séc. XIX
[S.l. : s.n., ca 1842] ([Lisboa] : Lith. de M. L. da C tª. - 1 gravura : litografia, p&b ; 12,3x20,2 cm
( formato jpg, 103 KB)

António Dias Fernandes, um grande empresário marrano de Freixo de Numão nos anos de 700
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 15 Novembro 2012
Cristãos-novos Inquisição Freixo de Numão
(PDF formato pdf, 244 KB)

Antonio Enríquez Gómez, el seudo-portugués
WILKE, Carsten L.
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 6, 2006, pp. 297-316.
(PDF formato pdf, 131 KB)

António Rodrigues Marques (Miranda do Douro, c. 1637 - Londres, 1688)
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 1 Setembro 2012
Inquisição Cristãos-novos Lisboa Londres Mogadouro
(PDF formato pdf, 227 KB)

Aron di Leone Leoni (1932-2010): In Memoriam
ZORATTINI, Pier Cesare Ioli;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 129-158
+Resumo
O especial interesse de Aron di Leoni era a vida sefardita, que analisou em todas as suas componentes, num processo que, em certa medida, poderíamos definir como uma viagem geográfica em sentido inverso: desde os seus estabelecimentos nos estados de leste, ele retratou a epopeia do povo judeu nos outros estabeleciemntos italianos e europeus, recuando até Portugal, um dos seus países de origem.

(PDF formato pdf, 123 KB)

Arqueologia Judaica no Concelho de Trancoso (Novos Elementos)
SANTOS, Carla Alexandra; BALLESTEROS, Carmen
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º4, 2004, pp. 9-40.
(PDF formato pdf, 480 KB)

As Genealogias do Capitão Barros Basto,o «Guia dos Maranos»
VALADARES, Paulo
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 299-311.
(PDF formato pdf, 125 KB)

As transcrições do apelido «nsih» nos documentos conservados nos arquivos de Ferrara e de Modena
LEONI, Aron di Leone
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 77-86.
(PDF formato pdf, 466 KB)

Aspectos do cotidiano através do estudo dos Cadernos do Promotor (século XVII)
SILVA, Marco António Nunes da;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 689-702
+Resumo
A temática desse documento que ora a Revista da Cátedra Alberto
Benveniste publica, é devedora de uma ampla pesquisa que venho
desenvolvendo tendo por base os cadernos do Promotor da Inquisição
de Lisboa, cujo objetivo é fazer o índice de todos os livros que
cobrem o século XVII. Dos cerca de setenta cadernos, dois terços
já estão inventariados, e esse documento é o resultado dessa pesquisa.

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ASPECTOS FUNDAMENTAIS PARA O ESTUDO DO MARRANISMO
SILVA, Marcos
(PDF formato pdf, 145 KB)

Bandarra. Gravura.

Bandarra; Messianismo; Trancoso

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Barcelona - Judiaria medieval - local de uma mezuzah - Carrer de l'Arc de Sant Ramon del Call (pormenor)
PINTO, Paulo Mendes;
Fotografia de Agosto de 2010
Barcelona; Mezuzah; Portal
Fotografia de Agosto de 2010
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Barcelona - Judiaria medieval - local de uma mezuzah - Carrer de l'Arc de Sant Ramon del Call
PINTO, Paulo Mendes;
Fotografia de Agosto de 2010
Barcelona; Mezuzah; Portal
Fotografia de Agosto de 2010
( formato JPG, 211 KB)

Barcelona - Judiaria medieval - Sinagoga - Actual porta de entrada, interior - Carrer de Marlet
PINTO, Paulo Mendes;
Fotografia de Agosto de 2010
Barcelona; Sinagoga
Fotografia de Agosto de 2010
( formato JPG, 210 KB)

Barcelona - Judiaria medieval - Sinagoga - Acual porta - Carrer de Marlet
PINTO, Paulo Mendes;
Fotografia de Agosto de 2010
Barcelona; Sinagoga
Fotografia de Agosto de 2010
( formato JPG, 211 KB)

Barcelona - Judiaria medieval - Sinagoga - Interior da sala das mulheres - Carrer de Marlet
PINTO, Paulo Mendes
Fotografia de Agosto de 2010
Barceloma; Sinagoga
Fotografia de Agosto de 2010
( formato JPG, 210 KB)

Barcelona - Judiaria medieval - Sinagoga - Janela da sala das mulheres - Carrer de Marlet
PINTO, Paulo Mendes;
Fotografia de Agosto de 2010
Barcelona; Sinagoga
Fotografia de Agosto de 2010
( formato JPG, 209 KB)

Barcelona - Judiaria medieval - Sinagoga - Janela da sala das mulheres - Carrer de Marlet
PINTO, Paulo Mendes;
Fotografia de Agosto de 2010
Barcelona, Sinagoga
Fotografia de Agosto de 2010
( formato JPG, 209 KB)

Barcelona - Judiaria medieval - Sinagoga - Janelas da sala das mulheres - Carrer de Marlet
PINTO, Paulo Mendes;
Fotografia de Agosto de 2010
Barcelona; Sinagoga
Fotografia de Agosto de 2010
( formato JPG, 211 KB)

Barcelona - Judiaria medieval - Sinagoga - Passagem para a sala das mulheres - Carrer de Marlet
PINTO, Paulo Mendes;
Fotografia de Agosto de 2010
Bacelona; Sinagoga
Fotografia de Agosto de 2010
( formato JPG, 210 KB)

Barcelona - Judiaria medieval - Sinagoga - Sala - Carrer de Marlet
PINTO, Paulo Mendes;
Fotografia de Agosto de 2010
Barcelona; Sinagoga
Fotografia de Agosto de 2010
( formato JPG, 211 KB)

Batalha de Lepanto [Londres, National Maritime Museum]
LETTER, H.
Joseph Nasci; Lepanto; Império Otomano

( formato jpg, 83 KB)

Beatriz de Luna – Grácia Nasci – Grácia Benveniste, “A Senhora”
MATEUS, Susana Bastos; PINTO, Paulo Mendes;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 141-172
+Resumo
Figura cimeira da história do sefardismo, Beatriz de Luna é mais conhecida pelo seu nome judaico: Grácia Nasci. A sua biografia, esboçada longamente, ou apenas referida, encontra-se presente em centenas de obras nas últimas décadas; as duas personagens, Beatriz e Grácia pertencem mais ao campo da literatura do que ao da historiografia.

(PDF formato pdf, 396 KB)

Belchior Mendes Correia, alias António Cardoso Porto - a construção de uma nova identidade
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães; Maria Ferraz Correia
Terra Quente, 15 Fevereiro 2012 e 1 Março 2012
Inquisição Cristãos-novos Lisboa Bayonne Bahia
(PDF formato pdf, 645 KB)

Benedetto Giunti: the likely editor of the first known partial edition of Leone Ebreo’s Dialoghi d’amore
NÓVOA, James W. Nélson
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, 2008, pp. 159-168
+Resumo
A investigação sobre "Dialoghi d'amore" encontrava-se bastante avançada quando, há trinta anos atrás, uma edição algo obscura de um pequeno trabalho pouco conhecido, foi identificado como sendo o segundo de três diálogos elaborados pelo judeu português Judah Abravanel, para sempre conhecido como O Leão Hebreu (1460-1525).

(PDF formato pdf, 1,395 KB)

Bento da Silva Bravo
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 5 Março 2013
Cristãos-Novos Inquisição Bravo Lisboa Brasil
(PDF formato pdf, 254 KB)

Bíblia de Ferrara [frontispício]. Obra patrocinada por Grácia Nasci
PINEL, Duarte (ed.)
Bíblia; Edição da Bíblia; Grácia Nasci

( formato jpg, 95 KB)

Bibliografia sobre estudos judaicos na Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
MIRANDA, Laúra, SANTOS, Eugénia e PINTO, Paulo Mendes (Org.)
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº2, Lisboa, 2002, pp. 61 - 75.
Bibliografia; Estudos;
(PDF formato pdf, 4,395 KB)

Bibliografia sobre estudos judaicos na Biblioteca do Instituto de Cultura Árabe David Lopes
VARANDAS, José e RESENDE, Vasco
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº1, Lisboa, 2001, pp. 159 - 166.
Bibliografia; Estudos;
(PDF formato pdf, 843 KB)

Biografia e bibliografia de Aron Leoni
SECCHIERI, Laura Graziani;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 25-34
+Resumo
Aron Leoni vede la luce a Ferrara il 6 agosto 1932, primogenito di Leone Leoni, Rabbino capo di Ferrara e poi di Venezia, e di Gemma Ravenna Leoni. Laureatosi in Agraria, è stato dirigente della “Vita Mayer Corporation”: nell’ambito di questa attività ha realizzato applicazioni innovative il cui portato è tuttora valido e continua a trovare attuazioni. Il dott. Leoni ha rappresentato le industrie cartarie italiane presso il Parlamento Europeo di Bruxelles.

(PDF formato pdf, 2,275 KB)

Brasão de Armas de Carção
LOPES, Paulo
Imagem de 2009
Carção; Brasão de Armas; Memória sefardita
Imagem de 2009
( formato jpg, 63 KB)

Breve noticia sobre o médico português Isaac de Sequeira Samuda
ESAGUY, Augusto d'
Separata de O Instituto, Vol. 87, nº 3 (1934)
Medicina; Médicos; Cristãs-novos; Universidade;
(PDF formato pdf, 339 KB)

Bruxedos e mezinhas em Vinhais no século de 500
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda; Correia, Maria Ferraz
Terra Quente, 15 Maio 2012
Inquisição Cristãos-novos Bruxaria Vinhais
(PDF formato pdf, 304 KB)

Business agreement between Jacome da Fonseca, a New Christian merchant from Lamego and Jeronimo de Torres, an apothecary in Lisbon / Acordo comercial entre Jácome da Fonseca, mercador cristão-novo de Lamego e Jerónimo de Torres, um boticário de Lisboa.

Notari del A.C. 3797 fols. 732 r-v. ASR
Lamego, Rome, Jacome da Fonseca, Apothecary.
Notari del A.C. 3797 fols. 732 r-v. ASR
+Resumo
The document is a business agreement, dated September 2, 1552 to conduct the exchange of goods between Jacome da Fonseca, a New Christian merchant from Lamego and Jeronimo de Torres, an apothecary in Lisbon.

O documento é um contrato comercial, datado de 2 de Setembro de 1552, para se proceder à troca de bens entre Jácome da Fonseca, um cristão-novo mercador de Lamego e Jerónimo de Torres, um boticário de Lisboa.

( formato jpg, 3,815 KB)

Documentos adicionais:

Caminhos da memória: os judeus sefarditas nas Histórias de Portugal do século XX
PINTO, Paulo Mendes
Mentalities / Mentalités, 20:1, 2006, pp. 55-73.
Historiografia; Construção da memória.
(documento Word formato doc, 349 KB)

Capela de Santo Estêvão
LOPES, Paulo
Imagem de Junho de 2009
Carção
Imagem de Junho de 2009
( formato JPG, 2,074 KB)

Carta de Rustan Pascià ao Duque Hércules II, 9 de Julho de 1559
LEONI, Aron di Leone (trad.);
"Documenti e notizi sulle famiglie Benveniste e Nassi a Ferrara", Rassegna Mensile di Israel, Vol. LVIII, 3ª série, 1992, doc. 5.
Corpus Mendesiano; Duque Hércules II; Ferrara; Gracia Nasci
(PDF formato pdf, 21 KB)

Carta do Comendador-Mor ao Rei, contendo referências a Beatriz de Luna e a João Micas, 11 de Novembro de 1553
LEAL, José da Silva Mendes;
A.N.T.T., Corpo Cronológico, Parte I, maço 91, doc. 41. Publicada em José da Silva Mendes Leal, Corpo Diplomático Portuguez [[]...], Tomo VII, Lisboa, Typographia da Academia das Sciencias, 1884, pp. 272-276.
Corpus Mendesiano; Beatriz de Luna; Gracia Nasci; João Micas; Joseph Nasci
(PDF formato pdf, 879 KB)

Casa de Albert Dürer
CALAZANS, José Carlos
Abril de 2005
Albert Dürer
Abril de 2005
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Casa de Rui Mendes
CALAZANS, José Carlos
Maio de 2005
Antuérpia; Rui Mendes
Maio de 2005
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Casa Judaica / "Casa do Gato Preto" (séc. XVI [?]). Trancoso
SANTOS, Carla Alexandra (CMT); ANDRADE, Carlos (CMT); PEREIRA, João (TEGEC); ;
Imagens gentilmente cedidas pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
Trancoso; Património arquitectónico; Habitações; Simbologia
Imagens gentilmente cedidas pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
( formato JPG, 1,616 KB)

Castelo Branco - 1762
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; mapa; 1762;
Abril 2009
( formato jpg, 171 KB)

Castelo Branco - Judiaria - Limite Norte da Zona de Expansão - Rua D´Ega - Casas do Séc. XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Casas Séc XV;
Abril 2009
( formato jpg, 42 KB)

Castelo Branco - Judiaria - Mapa Actual e Mapa de Duarte d´Armas. esquema de José da Conceição Afonso sobre desenho de Ana Luísa Moura, Carlos Machado e Moura e Pedro Castro Cruz
AFONSO, José da Conceição; MOURA, Ana Luísa; MOURA, Carlos Machado e; CRUZ, Pedro Castro
Casas quinentistas de Castelo Branco, Câmara Municipal de Castelo Branco, 2009, p. 24.
Castelo-Branco; Judiaria; Mapa; Mapa de Duarte d´Armas
Casas quinentistas de Castelo Branco, Câmara Municipal de Castelo Branco, 2009, p. 24.
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Castelo Branco - Judiaria - Portados
DIAS, Jaime Lopes
Desenho de Canelas 1932 - In Actas do 1.º Congresso Beirão
Castelo-Branco; Judiaria; Portados;
Desenho de Canelas 1932 - In Actas do 1.º Congresso Beirão
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Castelo Branco - Judiaria - Rua D´Ega - Casas de Judeus e de Cristãos-novos - Sécs. XV-XVI
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Casas
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua D´Ega - Casas séc. XV-XVI
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Casas Sécs XV-XVI;
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua D´Ega - sem n.º - Portado com Mezuzah - Séc XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega-sem N.º; Portado com Mezuzah; Séc XV;
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua D´Ega - Troço entre a TV da Rua Nova e Rua do Arressário
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Escadinhas;
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua D´Ega n.º 59 - Lintél de Portado Séc. XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Lintél; Portado
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua D´Ega n.º 60 - Lintél de Portado Séc. XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Lintél; Portado
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua D´Ega n.º 64 - Lintél de Portado - Séc. XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Lintél; Portado
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua D´Ega n.º 67 - Portado Séc. XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Portado Séc. XV;
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua D´Ega sem N.º - Mezuzah em Portado do Séc. XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Portado; Mezuzah
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua da Caquelé - Vista
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Caquelé; Vista ascendente;
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua da Misericórdia - Actual n.º12 - Portado Ogival - Sécs XIV a XV
DIAS, Jaime Lopes
In Desenhos de Canelas 1932- Actas do 1.º Congresso Beirão
Castelo-Branco; Judiaria; Rua da Misericórdia; In Desenhos Canelas 1932; Actas do 1º Congresso Beirão; Dr.Jaime Lopes Dias; Portado Ogival; Estrela de David; Secs XIV-XV;
In Desenhos de Canelas 1932- Actas do 1.º Congresso Beirão
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Castelo Branco - Judiaria - Rua da Misericórdia - Placa Toponímica
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua da Misericórdia; Placa Toponímica;
Abril 2009
( formato jpg, 45 KB)

Castelo Branco - Judiaria - Rua da Misericórdia - Pormenor Desenho de Canelas 1932 - Portado SécsXIV-XV - Estrela de David
DIAS, Jaime Lopes
In Desenhos de Canelas 1932- Actas do 1.º Congresso Beirão
Castelo-Branco; Judiaria; Rua da Misericórdia; Pormenor com Estrela de David; A partir de Desenho Canelas 1932; In 1.º Congresso Beirão: Dr.º Jaime Lopes Dias;
In Desenhos de Canelas 1932- Actas do 1.º Congresso Beirão
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Castelo Branco - Judiaria - Rua da Misericórdia n.º12 - Portado Ogival
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua da Misericórdia n.º12; Portado Ogival Sécs XIV-XV;
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua da Misericórdia n.ºs 10-12 - Sinagoga segundo a tradição
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua da Misericórdia n.ºs 10-12; Sinagoga; Tradição Oral;
Abril 2009
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Castelo Branco - Judiaria - Rua da Misericórdia
AFONSO, José da Conceição;
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua da Misericórdia; Da Rua dEga à Rua do Muro;
Abril 2009
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Castelo Branco - Mapa das Ruas da Judiaria
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Mapa; Judiaria;
Abril 2009
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Castelo Branco - Mapa de 1762 - Interpretação do Sítio da Judiaria
MOURA, Ana Luísa; MOURA, Carlos Machado e; CRUZ, Pedro Castro
Casa quinentistas de Castelo Branco, Câmara Municipal de Castelo Branco, 2009, p. 96.
Castelo-Branco; Mapa de 1762; Judiaria; Interpretação do Sítio;
Casa quinentistas de Castelo Branco, Câmara Municipal de Castelo Branco, 2009, p. 96.
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Castelo Branco - Mapa de 1762 - Rua D´Ega (Rua Principal da Judiaria)
MOURA, Ana Luísa; MOURA, Carlos Machado e; CRUZ, Pedro Castro
Casa quinentistas de Castelo Branco, Câmara Municipal de Castelo Branco, 2009, p. 96.
Castelo-Branco; Mapa; Rua da Judiaria; Porta da Vila; Porta da Judiaria;
Casa quinentistas de Castelo Branco, Câmara Municipal de Castelo Branco, 2009, p. 96.
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Castelo Branco - Mapa de 1762; 1. Rua D´Ega; 2. Porta da Judiaria; 3. Rua dos Ferreiros; 4. Porta da Vila; 5. Porta da Barbacã
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Rua D´Ega; Porta da Judiaria; Rua dos Ferreiros; Porta da Vila; Porta da Barbacã;
Abril 2009
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Castelo Branco - Rua D´Ega - Rua Principal da Judiaria - Casas Sécs. XIV-XV - N.ºs 4-6-8-10
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Casas Sécs. XIV-XV; N.ºs 4-6-8-10;
Abril 2009
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Castelo Branco - Rua D´Ega (Rua Principal da Judiaria) - Placa Toponímica
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo Branco; Rua D´Ega; Placa Toponímica;
Abril 2009
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Castelo Branco - Rua D´Ega n.º 10 - na face exterior da ombreira direita - Vestígio de Menorath danificada com cruciforme sobreposto
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo Branco; Judiaria; Menorath; Rua D´Ega;
Abril 2009
( formato jpg, 102 KB)

Castelo Branco - Sítios da Porta da Vila e Porta da Judiaria
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Porta da Vila; Porta da Judiaria;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Rua da Misericórdia-Troço a Norte da Rua dEga
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua da Misericórdia; Troço a Norte da Rua dEga;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Rua do Caquelé n.17-Cruciforme na ombeira Lateral Esquerda
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Caquelé N.º17; Cruciforme;
Abril 2009
( formato jpg, 213 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Rua do Caquelé N.º17-Portado biselado Judaico com cruciforme
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Caquelé N.º17; Portado Judaico; Biselado; Cruciforme;
Abril 2009
( formato jpg, 319 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Rua do Caquelé N.º2-Lintél de Portado Judaico-Séc.XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Caquelé N.º2; Linbtél de Portado Judaico; Séc.XV;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Rua do Caquelé n.º2-Portado Judaico-Séc.XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Caquelé N.º2; Portado Judaico; Séc.XV
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Rua do Caquelé-Casa Judaica Sécs XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Caquelé; Casa Judaica; Séc XV;
Abril 2009
( formato jpg, 60 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Rua do Caquelé-Placa Toponímica
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Rua do Caquelé; Placa Toponímica;
Abril 2009
( formato jpg, 568 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Rua do Caquelé-Traçado
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Caquelé; Traçado;

Castelo Branco-Judiaria-Rua do Muro n.º13-Cruciformes
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Muro n.º13; Dois cruciformes;
Abril 2009
( formato jpg, 29 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Rua do Muro n.º13-Portado Judaico Biselado-Sécs XIV-XV com cruciformes
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Muro; Portado Biselado; Cruciformes;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Rua do Muro N.º31-Casa judaica séc XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Muro N.º31; Casa Judaica Séc XV;
Abril 2009
( formato jpg, 43 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Rua do Muro N.º31-Lintél de Portado Judaico-Séc.XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Muro N.º31; Lintél de Portado Judaico; Séc XV;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Rua do Muro N.º31-Portado Judaico Séc XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria, Rua do Muro N.º31; Portado Judaico; Séc XV;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Rua do Muro-Casa Sécs XIV-XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Muro N.º13; Casa Sécs XIV-XV;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Rua do Muro-Da rua do Caquelé à Rua da Misericórdia
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Muro; Vista Descendente;
Abril 2009
( formato jpg, 55 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Rua do Muro-Escadinhas
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Muro; Escadinhas;
Abril 2009
( formato jpg, 59 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Rua do Muro-Placa Toponímica
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Muro; Placa Toponímica;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Rua do Muro-Vista de Este para Oeste do troço entre a Tv do Muro e a Rua da Misericórdia
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Muro; Vista ascendente;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Sítios da Porta da Vila-Porta da Judiaria-Porta da Barbacã
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Sítio da Porta da Vila; Sítio da Porta da Judiaria; Sítio da Porta da Barbacã;
Abril 2009
( formato jpg, 59 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Traçado da Rua do Muro
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Muro;
Abril 2009
( formato jpg, 201 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Tv da Rua Nova
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Zona de Expansão; Tv da Rua Nova;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Tv da Rua Nova-Placa Toponímica
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Tv da Rua Nova; Placa Toponímica;
Abril 2009
( formato jpg, 121 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Tv do Jasmim
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua do Jasmim;
Abril 2009
( formato jpg, 202 KB)

Castelo Branco-Judiaria-Tv do Jasmim
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Tv do Jasmim; Vista;
Abril 2009
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Castelo Branco-Judiaria-Tv do Jasmim-Placa Toponímica
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Tv do Jasmim; Placa Toponímica;
Abril 2009
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Castelo-Branco - Judiaria - Limite Norte da Zona de Expansão - Rua D´Ega
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega;
Abril 2009
( formato jpg, 55 KB)

Castelo-Branco - Judiaria - Rua D´Ega - Possiveis Casas Judaicas;
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-ranco; Judiaria; Rua D´Ega; Casas Judaicas
Abril 2009
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Castelo-Branco - Judiaria - Rua D´Ega n.º 67 - Lintél Séc. XV
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Judiaria; Rua D´Ega; Lintél;
Abril 2009
( formato jpg, 17 KB)

Castelo-Branco - Rua da Barbacã
AFONSO, José da Conceição
Abril 2009
Castelo-Branco; Rua da Barbacã;
Abril 2009
( formato jpg, 24 KB)

Catarina Henriques, natural de Moncorvo, relaxada em Coimbra em 1660
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 15 Março 2012
Cristãos-novos Inquisição Torre de Moncorvo Porto
(PDF formato pdf, 268 KB)

Chacim, anos 1620: O processo de António Lopes Redondo na Inquisição de Coimbra
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães; Maria Ferraz Correia
Terra Quente, 1 Abril 2012
Inquisição Cristãos-novos Chacim Madrid
(PDF formato pdf, 302 KB)

Consolaçam às Tribulações de Israel [Frontispício] [Ferrara, 1553]
USQUE, Samuel
Grácia Nasci; Samuel Usque; Ferrara

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Contract for a sale of an a apothecary and spices by two New Christian merchants from Lamego in Rome / Contrato de venda de uma botica e de especiarias por dois mercadores Cristãos-Novos, originários de Lamego e moradores em Roma.

Located in Not. AC. 6142 ASR. Published in “Portugal in Rome: Glimpses of the Portuguese New Christian representation in Rome through the Archivio di Stato of Rome”, in Giornale di Storia, 3 (2010).
Apothecary, Lamego, spices
Located in Not. AC. 6142 ASR.  Published in “Portugal in Rome: Glimpses of the Portuguese New Christian representation in Rome through the Archivio di Stato of Rome”, in Giornale di Storia, 3 (2010).
+Resumo
The contract, made out on August 25, 1545 involves the sale of an apothecary in Rome and its contents by its owners, two New Christians from Lamego, Jacome da Fonseca and Pedro de Fonseca, to Duarte Dias for 142 scudi who is given a year to pay the debt owed to them.
O contrato, redigido a 25 de Agosto de 1545, envolvia a venda de uma botica em Roma e dos seus conteúdos, por parte dos seus donos - dois cristãos-novos de Lamego, Jacome da Fonseca e Pedro da Fonseca, a Duarte Dias, por 142 escudos, ao qual é dado um ano para pagar as dívidas.


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Documentos adicionais:

Convenio entre el arzobispado de Toledo, Rodrigo, y los judios de su diócesis, con la aprobación de Fernando III, conmutando en una cantidad anual en dinero los diezmos y «oblationes» que pagaban por sus propriedades inmuebles, y determinando el modo y forma de recaudarla.
HINOJOSA, Eduardo (Ed.)
Documentos para la Historia de las Instituciones de León y Castilla (siglos X – XIII), Madrid, Junta para ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1919, pp. 120 – 121.
Toledo; Tributos; Dízimas; Obrigações;
(PDF formato pdf, 759 KB)

Conversos: "A península desejada". Reflexões em torno de alguns casos paradigmáticos (séculos XVI-XVII)
TAVIM, José Alberto Rodrigues da Silva
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 259-295.
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Costumes de Borba: 142 - Da peleía de cristãos e de mouros e de judeus.
RODRIGUES, Maria Celeste Matias
Dos Costumes de Santarém. Dissertação de Mestrado em Linguística Portuguesa Histórica apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1992. Exemplar Policopiado, pp. 140 – 141.
Costumes e foros; Borba; Justiça; Pelejas; Agressões físicas; Provas;
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Costumes de Borba: 153 - como o móórdomo nõ deue costrenger cristãao por cóómha de mouro ne de Judeu
RODRIGUES, Maria Celeste Matias
Dos Costumes de Santarém. Dissertação de Mestrado em Linguística Portuguesa Histórica apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1992. Exemplar Policopiado, pp. 142 – 143.
Costumes e foros; Borba; Justiça; Admoestação; Coimas;
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Costumes de Borba: 84 - Do home que quer paguar sa deuída ao Judeu.
RODRIGUES, Maria Celeste Matias
Dos Costumes de Santarém. Dissertação de Mestrado em Linguística Portuguesa Histórica apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1992. Exemplar Policopiado, p.128
Costumes e foros; Borba; Dívidas;
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Costumes de Borba: 96 - de prouas ante. //
RODRIGUES, Maria Celeste Matias
Dos Costumes de Santarém. Dissertação de Mestrado em Linguística Portuguesa Histórica apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1992. Exemplar Policopiado, p.130.
Costumes e foros; Borba; Justiça; Demandas; Provas;
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Costumes de Santarém comunicados a Oriolla: [Como responder na justiça]

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.37.
Costumes e foros; Santarém; Oriola; Justiça;
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Costumes de Santarém comunicados a Oriolla: [Proibição de o mordomo constranger os cristãos por causa de coimas contra os judeus]

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.43.
Costumes e foros; Santarém; Oriola; Justiça; Coimas;
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Costumes de Santarém comunicados a Villa Nova d'Alvito [Baronia]: [Agressões físicas]

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.46.
Costumes e foros; Santarém; Vila Nova do Alvito; Baronia; Justiça; Agressões físicas;
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Costumes de Santarém comunicados a Villa Nova d'Alvito [Baronia]: [Como responder na justiça]

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.46.
Costumes e foros; Santarém; Vila Nova do Alvito; Baronia; Justiça;
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Costumes e foros da Guarda: [Proibição de trabalhar ao Domingo]

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.16.
Costumes e foros; Guarda; Justiça; Religião;
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Costumes e foros de Alfaiates: Et iudei pignorent paleam et staco.

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p. 793.
Costumes e foros; Alfaiates; Penhora;
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Costumes e foros de Alfaiates: Nullus homo qui hereditatem uen..

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.828.
Costumes e foros; Alfaiates; Justiça; Penhora;
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Costumes e foros de Alfaiates: Todo iudeo qui auer dier a rrenouo

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.846.
Costumes e foros; Alfaiates; Justiça; Empréstimos; Usura; Penhoras;
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Costumes e foros de Alfaiates: Toto homine qui suo auer cognouerit al iudeo

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.823.
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Costumes e foros de Alfaiates: Toto iudeo que auer dederit.

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.823.
Costumes e foros; Alfaiates; Aluguer; Firmar; Testemunhar;
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Costumes e foros de Alfaiates: Toto iudeo que penos thomare sine testes

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.823.
Costumes e foros; Alfaiates; Empréstimos; Firmar; Testemunhar; Juramento;
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Costumes e foros de Beja: [Como responder na justiça]

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.65.
Costumes e foros; Beja; Justiça;
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Costumes e foros de Beja: [Das provas]

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.67
Costumes e foros; Beja; Justiça; Demandas;
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Costumes e foros de Beja: [Pagamento de dívidas a judeus]

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.68.
Costumes e foros; Beja; Dívidas;
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Costumes e foros de Beja: [Peleja entre cristãos e mouros ou judeus]

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.64.
Costumes e foros; Beja; Justiça; Peleja; Agressões físicas,
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Costumes e foros de Beja: Costume

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.64.
Costumes e foros; Beja; Justiça; Pelejas; Agressões físicas;
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Costumes e foros de Beja: Da cooymha que fezer o christaão contra o mouro ou contra judeu

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.54.
Costumes e foros; Beja; Justiça; Coimas;
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Costumes e foros de Beja: Do judeu que fere o christaão

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, pp.64 – 65.
Costumes e foros; Beja; Justiça; Agressões físicas;
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Costumes e foros de Beja: Dos clerigos que fazem força

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.71.
Costumes e foros; Beja; Justiça; Força;
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Costumes e foros de Beja: Dos judeos

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.71.
Costumes e foros; Beja; Justiça; Juramentos;
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Costumes e foros de Beja: Que non deuem leuar cooymha dos mouros nem dos judeus

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.55.
Costumes e foros; Beja; Justiça; Coimas;
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Costumes e foros de Castelo - Bom: Judeo que auer diere ad alquilé

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, pp.777 - 778.
Costumes e foros; Castelo Bom; Aluguer; Justiça;
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Costumes e foros de Castelo - Bom: Judeo qui comparare pescado

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p. 770.
Costumes e foros; Castelo Bom; Comércio;
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Costumes e foros de Castelo - Bom: Judio que penos tomare

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.778.
Costumes e foros; Castelo Bom; Penhora;
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Costumes e foros de Castelo - Bom: Nenguno iudeo non teneat suo (sic) uoce nec aliena.

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p. 770.
Costumes e foros; Castelo Bom; Justiça;
(PDF formato pdf, 5 KB)

Costumes e foros de Castelo - Bom: Qui ferire ad iudeum

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p. 789.
Costumes e foros; Castelo Bom; Agressões físicas;
(PDF formato pdf, 6 KB)

Costumes e foros de Castelo - Bom: Qui iudeu

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.760.
Costumes e foros; Castelo Bom; Mulher;
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Costumes e foros de Castelo - Bom: Qui suo auer cognosciere

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p. 778
Costumes e foros; Castelo Bom; Justiça; Empréstimo; Penhora;
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Costumes e foros de Castelo - Melhor: Judio que auer diere a alquilé.

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.924.
Costumes e foros; Castelo - Melhor; Justiça; Aluguer;
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Costumes e foros de Castelo - Melhor: Judio que penos tomar de mancebo.

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.924.
Costumes e foros; Castelo - Melhor; Justiça; Penhora; Comércio;
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Costumes e foros de Castelo - Melhor: Judio que penos tomar sin testigos.

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.925.
Costumes e foros, Castelo - Melhor; Justiça; Penhora; Furto;
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Costumes e foros de Castelo - Melhor: Judio que pescado conprare.

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.924.
Costumes e foros; Castelo - Melhor; Comércio;
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Costumes e foros de Castelo - Melhor: Qui auer conoscier a iudio.

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.925.
Costumes e foros; Castelo - Melhor; Justiça; Transacções de bens;
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Costumes e foros de Castelo - Melhor: Qui ferir judio.

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.911.
Costumes e foros; Castelo - Melhor; Justiça; Agressões físicas;
(PDF formato pdf, 6 KB)

Costumes e foros de Castelo - Melhor: Qui tomar judio con christiana.

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.910
Costumes e foros; Castelo - Melhor; Justiça;
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Costumes e foros de Castelo-Rodrigo: Judeo que auer dere a alquilé

Portvgaliae Monumenta Historica. Leges et Consuetudines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.880
Costumes e foros; Castelo-Rodrigo; Aluguer de bens;
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Costumes e foros de Castelo-Rodrigo: Judeo que pennos tomar de mancebo.

Portvgaliae Monumenta Historica. Leges et Consuetudines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.880.
Costumes e foros; Castelo-Rodrigo; Penhora;
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Costumes e foros de Castelo-Rodrigo: Judeo que penos tomar sin testigos

Portvgaliae Monumenta Historica. Leges et Consuetudines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.880
Costumes e foros; Castelo-Rodrigo; Relações entre judeus e cristãos; Penhora;
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Costumes e foros de Castelo-Rodrigo: Judeo que pescado conprare.

Portvgaliae Monumenta Historica. Leges et Consuetudines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.880
Costumes e foros; Castelo-Rodrigo; Relações entre judeus e cristãos; Comércio;
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Costumes e foros de Castelo-Rodrigo: Qui auer conoscir a iudeo

Portvgaliae Monumenta Historica. Leges et Consuetudines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.880.
Costumes e foros; Castelo-Rodrigo; Relações entre judeus e cristãos;
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Costumes e Foros de Castelo-Rodrigo: Qui firir iudeo

Portvgaliae Monumenta Historica. Leges et Consuetudines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.865.
Costumes e foros; Castelo-Rodrigo; Agressões físicas;
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Costumes e foros de Castelo-Rodrigo: Qui tomar iudio con christiana

Portvgaliae Monumenta Historica. Leges et Consuetudines, volumen I, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.864.
Costumes e foros; Castelo-Rodrigo; Relações entre judeus e cristãos; Relações sexuais,
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Costumes e foros de Santarém: Como o christaõ que ha demanda com o judeu, deve provar per christaãos.
BRANDÃO, Zeferino
Monumentos e Lendas de Santarém, Lisboa, David Corazzi – Editor, 1883, pp.382 - 383.
Costumes e foros; Santarém; Justiça; Demanda;
(PDF formato pdf, 44 KB)

Costumes e foros de Santarém: Como o moordomo non deue costrenger cristaão por coomha de mouro nem de judeu

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.31.
Costumes e foros; Santarém, Justiça; Coimas;
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Costumes e foros de Santarém: Custume dos judeus, e dos mouros, que pelejam com christaãos.
BRANDÃO, Zeferino
Monumentos e Lendas de Santarém, Lisboa, David Corazzi – Editor, 1883, p.392.
Costumes e foros; Santarém; Justiça; Peleja;
(PDF formato pdf, 44 KB)

Costumes e foros de Santarém: Custume he do mordomo que non deve constranger por coima.
BRANDÃO, Zeferino
Monumentos e Lendas de Santarém, Lisboa, David Corazzi – Editor, 1883, p. 394.
Costumes e foros; Santarém; Justiça; Coimas,
(PDF formato pdf, 44 KB)

Costumes e foros de Santarém: Da peleia de christãos e de mouros e de judeos

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.26.
Costumes e foros; Santarém; Justiça; Pelejas; Agressões físicas,
(PDF formato pdf, 6 KB)

Costumes e foros de Santarém: De prouas ante

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.26.
Costumes e foros; Santarém; Justiça; Provas;
(PDF formato pdf, 6 KB)

Costumes e foros de Santarém: Do homem que quer paguar sa deuida ao judeu

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.25
Costumes e foros; Santarém; Dívidas;
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Costumes e foros de Santarém:Da molher que se graua da maa barata que seu marido faz

Portvgaliae Monumenta Histórica. Leges et Consuetodines, volumen II, Olisipone, IUSSU Academiae Seicentiarum Olisiponensis, MDCCCLVI, p.26.
Costumes e foros; Santarém; Justiça;
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Criptojudaísmo no feminino. Uma análise da resistência judaica na Bahia Quinhentista a partir das fontes da I Visitação do Santo Ofício ao Brasil
ASSIS, Angelo Adriano Faria de
Revista Vértices - Centro de Estudos Judaicos da USP. Número 9, 2010.
Inquisição no Brasil, resistência judaica, criptojudaísmo feminino
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Cronologia Geral: o Tempo de Grácia Nasci
MATEUS, Susana Bastos (Org.); NÓVOA, James W. Nelson (Org.);
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 217-252
+Resumo
Neste quadro podemos ver uma cronologia geral dos acontecimentos na Europa e em Portugal no tempo de Grácia Nasci.

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De Ferrara a Lisboa: tribulações do cristão-novo Alexandre Reinel, preso no cárcere do Santo Ofício
ANDRADE, António Manuel Lopes
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 7, 2007, pp. 83-131.
Alexandre Reinel; Inquisição; Cárcere; Ferrara
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De Lamego para a Toscana: o périplo do médico Pedro Furtado, cristão-novo português
MATEUS, Susana Bastos; NOVOA, James Nelson
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 313-338.
(PDF formato pdf, 201 KB)


Declaration of Jacome da Fonseca, a New Christian merchant from Lamego and resident in Rome in favor of his brother, Antonio da Fonseca, a resident of Lisbon / Declaração de Jácome da Fonseca, cristão-novo de Lamego e residente em Roma, a favor do seu irmão, António da Fonseca, residente em Lisboa

Notario del'A.C. 523 fols. 481-484.
Jacome da Fonseca, Antonio da Fonseca, Lisbon, Rome, Lamego
Notario del'A.C. 523 fols. 481-484.
+Resumo
Jacome da Fonseca, a New Christian merchant from Lamego and resident in Rome declares that a sum of money which resulted from his dealings with his brother, Antonio da Fonseca, a merchant in Lisbon belong to his brother.

Jácome da Fonseca, um mercador cristão-novo de Lamego e residente em Roma, declara que uma soma de dinheiro resultante dos seus negócios com o irmão, António da Fonseca, mercador de Lisboa, pertence a este último.

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Documentos adicionais:

Dedicatória da "Consolação às Tribulações de Israel", Ferrara, 1553
USQUE, Samuel
Corpus Mendesiano; Beatriz de Luna; Grácia Nasci; Samuel Usque

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Dedicatória da Bíblia de Ferrara, 1553.
ATIAS, Yom Tob; USQUE, Abraham
Corpus Mendesiano; Beatriz de Luna; Grácia Nasci; Yom Tob Atias; Abraham Usque; Bíblia de Ferrara

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Dialogo Intitolato La Cazzaria del Arsiccio Intronato. Manuscrito

Barcarrota; Francisco de Peñaranda; Erotismo
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Dias é um nome judeu em Londres
MARQUES, Susana Moreira
in Pública, revista do jornal Público, 25 de Dezembro de 2006
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Diogo (Isaac) Rodrigues Marques (Miranda do Douro, c. 1635 - Londres, c. 1675)
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães
Terra Quente, 1 Outubro 2012
Inquisição Cristãos-novos Miranda do Douro Londres
(PDF formato pdf, 480 KB)

Discorso
HERZFELD, Bruna LeonI;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 15-20
+Resumo
Discurso de Bruna Leoni Herzfeld sobre a vida e obra do seu irmão, Aron di Leone Leoni.

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Documentação para o estudo de Grácia Nasci. Corpus Documental
MATEUS, Susana Bastos (organização); ;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 10-11, 2011, pp. 173-216
+Resumo
Apresentamos aqui uma primeira versão de um trabalho que procura reunir documentação, publicada ou inédita, sobre a figura de Grácia Nasci. Este trabalho que vem sendo realizado no âmbito dos projectos de investigação da Cátedra de Estudos Sefarditas “Alberto Benveniste” tem como objectivo final construir um reportório exaustivo que será disponibilizado no site da Cátedra Alberto Benveniste, com o objectivo de chegar a um público mais alargado e também de permitir a sua constante actualização e correcção.
Sobre Grácia Nasci muitas páginas se escreveram, foi objecto de inúmeros livros historiográficos e de ficção. As referências documentais são inúmeras e esse indícios mostram bem a dimensão
poliédrica das diásporas sefarditas das quais o percurso vital desta figura e da sua família é um exemplo paradigmático. A localização
da documentação, numa plêiade de arquivos europeus, mostra esta mobilidade espacial, bem como a forma em que se espelham os centros de poder, de influência e de negócio nos quais esta família circulou.

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Dona Grácia Nasci. Ilustração de "The Last Days of Shylock" [detalhe]
Ilustrador: SZYK, Arthur
Grácia Nasci; Joseph Nasci

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Dona Gracia Nasi and her significance to Portuguese and Jewish History
BROOKS, Andrée Aelion; ;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 131-138
+Resumo
Tanto a História portuguesa como a judaica podem ser enriquecidas graças a um estudo continuado sobre a vida de Dona Gracia Nasi, sobre a família Mendes-Benveniste, à qual pertencia e também sobre o império bancário da Casa de Mendes, que era gerido por ela. O seu papel no desenvolvimento do capitalismo inicial, assim como o sucesso económico das suas transacções centradas nas especiarias, na primeira metade do século XVI, é constantemente menosprezado.

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Duas imagens do Judaísmo brasileiro: O caso de "Pessah": "A Travessia" de Carlos Heitor Cony e "Hitler manda lembranças" de Roberto Drummond
LEVI, Joseph Abraham
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, 2008, pp. 103-128
+Resumo
Durante os primeiros trezentos anos de expansão e migração para as Américas, a presença judaica no Brasil colonial (1500-1822) foi predominantemente de cunho sefardita, constituída por conversos – também chamados de cristãos-novos, "marranos" ou cripto-judeus - nomeadamente, judeus portugueses ou espanhóis forçados a converterem-se ao Catolicismo.
Mais tarde, ou seja, já na segunda década do século XIX (1822), com a proclamação da independência do Brasil (império do Brasil) e com o estabelecimento da república Brasileira (1889), os descendentes destes judeus ibéricos forçados a converter-se e, consequentemente, a assimilar-se à cultura católica, encontraram-se finalmente livres de voltar ao seu passado judaico e de declarar, doravante publicamente, a sua identidade israelita sem medo de represálias ou de ser perseguidos quer pela sua associação/escolha religiosa quer pela sua alegada etnia semita, remota ou não.
Durante as primeiras décadas do século XIX a região do amazonas viu uma onda de imigração sefardita, proveniente principalmente das comunidades "diaspóricas" do Magreb e do Levante, quase todas sob a tutela do decadente império otomano. ao mesmo tempo, porém, judeus alsacianos, assim como provenientes do resto da frança hodierna, chegaram ao rio de Janeiro e zonas limítrofes, em breve tempo perdendo quase todos os seus liames com o judaísmo normativo. durante as últimas duas décadas do século XIX, e as primeiras quatro do século XX, o Brasil veio a ser o receptáculo de uma maciça imigração judaica "ashkenazi": primeiro da Alemanha(até 1886), depois seguida por um contingente de judeus austríacos e da europa do Leste, a maioria dos quais optou por fixar-se nas áreas metropolitanas do rio de Janeiro, de são Paulo e Porto Alegre.
Durante e depois do Holocausto os judeus brasileiros conseguiram pôr de parte as, por vezes, irresolúveis diferenças culturais e de identidade, assim como linguístico-dogmáticas e, consequentemente, aliar-se para combater o inimigo comum: o anti-semitismo internacional.
O mesmo espírito de sobrevivência impulsionou a união hebraica durante o regime de Vargas (1930-1945) e, quase quatro lustros mais tarde, também sob o regime ditatorial (1964-1988).


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Ecclesiastical benefits from parish ceded to Portuguese religious / Benefícios eclesiásticos de uma paróquia cedidos a um religioso português.

Notari dell'A.C. 6145 fol. 492 r.
Diogo António, Castelo Mendo, Viseu
Notari dell'A.C. 6145 fol. 492 r.
+Resumo
Diogo António, a New Christian cleric from Coimbra, transfers his ecclesiastical benefits linked to the parish church of São Vicente in Castelo Mendo, in the diocese of Viseu which he has possessed for ten years, to Gutteres de Vasconcelos, a Franciscan Friar, on December 6, 1546.
Diogo António, um cristão-novo, clérigo de Coimbra, transfere os seus benefícios eclesiásticos associados à igreja paroquial de São Vicente em Castelo Mendo, na diocese de Viseu, os quais possuía há dez anos, para Guterres de Vasconcelos um frade franciscano, a 6 de Dezembro de 1546.

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Éclogas
RIBEIRO, Bernardim, 1482-1552
2ª ed. - Lisboa : Escola Tipográfica das Oficinas de S.José, 1939. - 178, [[]6] p.
Cultura; Poesia; Renascimento;
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Ecos ibéricos na literatura sefardita de Hamburgo
STUDEMUND-HALÉVY, Michael;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 9, 2009, pp. 223-256
+Resumo
No século XVII, a Holanda era “a livraria do mundo” e, assim, não admira que os judeus-portugueses de Hamburgo procurassem esta “livraria” para se abastecerem com toda a espécie de literatura desejada.
Naturalmente, com grande descontentamento dos luteranos que controlavam, desconfiados, estes livros que eram lidos pelos portugueses, isto é, judeus reconvertidos há pouco ao Judaísmo. Devido às suas relações estreitas de família, os portugueses de Hamburgo não tinham, obviamente, dificuldade em obter estes “livros holandeses”, apesar dos documentos de que dispomos não nos darem informações significativas acerca das vias que eles seguiam. E, naturalmente, também os livreiros de Hamburgo punham à venda “livros da Holanda”, porém em quantidade menor, como se pode deduzir dos poucos catálogos de leilões, de livreiros e de bibliotecas ainda existentes.
No século XVII, Hamburgo começou a ser, tal como Amesterdão, “a livraria do mundo”, um centro de comércio de livros e de casas editoras (“I Hamburg äro fuller bookhandlare”) reconhecido até pelos estrangeiros, como o embaixador sueco na Alemanha, Salvius Adler, escreve numa carta a Per Brahe. Não admira pois que, nalguns casos, sefarditas de Amesterdão e de Hamburgo se ocupassem com a distribuição de livros, como o médico dr. Benedictus de castro, de Hamburgo, e o tipógrafo e rabino Menasse ben Israel, de Amesterdão, que ajudaram a rainha Cristina da Suécia nas suas aquisições de livros mais importantes. Salvius Adler, por exemplo,usava os seus bons contactos com o rabino e filólogo David Cohen de Lara, de Hamburgo, e o médico Binjamin Mussaphia,de Gottorp, não só para transmitir informações à corte sueca, mas também para a fornecer de livros “judaicos e messiânicos”.

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Edifício onde se irá situar o museu judaico de Carção
LOPES, Paulo
Imagem de 2009
Carção; Museus sefarditas; Memória sefardita
Imagem de 2009
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El Apogeo de los Judios Portugueses en la Sevilla Americanista
AGUADO de los REYES, Jesús
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 135-157.
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El Fuero de Plasencia: [341] Ley VIIIª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 170 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Juramento;
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El Fuero de Plasencia: [343]Ley Xª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 170 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Dívidas; Mulher;
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EL Fuero de PLasencia: [344]Ley XIª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 170 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Usura;
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El Fuero de Plasencia: [345] Ley XIIª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 171 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Usura;
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El Fuero de Plasencia: [348] Ley XVª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 171 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Testemunhar; Firmar;
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El Fuero de Plasencia: [349] Ley XVIª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 171 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Prazos; Hipotecas;
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El Fuero de Plasencia: [350] Ley XVIIª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 171 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Testemunhar; Firmar;
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El Fuero de Plasencia: [352] Ley XIXª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 171 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça;
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El Fuero de Plasencia: [443] Ley IIIIª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 185 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Banhos públicos; Justiça; Homicídio; Agressões físicas;
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El Fuero de Plasencia: 108.
POSTIGO ALDEAMIL, María José
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº2, Madrid, 1984, p. 191 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFM8484110175A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Adultério;
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El Fuero de Plasencia: 184. TÍTULO DE LOS CORREDORES
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº2, Madrid, 1984, p. 199 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFM8484110175A.PDF, 21
Fuero; Plasencia; Comércio; Corrector;
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El Fuero de Plasencia: 29. DE OTORGAMIENTO DE FERIAS.
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº2, Madrid, 1984, p. 184 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFM8484110175A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Economia; Feiras; Delitos;
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El Fuero de Plasencia: 56. DEL QUE FUERE FALLADO CON FURTO.
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº2, Madrid, 1984, p. 187 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFM8484110175A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Delitos; Furto;
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EL Fuero de Plasencia:[335]Ley IIª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 169 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Peleja;
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El Fuero de Plasencia:[337]LEY QUARTA
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 170 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça;
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El Fuero de Plasencia:[338]LEY Vª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 170 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça;
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El Fuero de Plasencia:[339]LEY VIª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 170 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça;
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El Fuero de Plasencia:[340]Ley VIIª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 170 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Prazos; Hipotecas;
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El Fuero de Plasencia:[342]Ley IXª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 170 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Direito Sucessório; Dívidas; Mulher;
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El Fuero de Plasencia:[346]Ley XIIIª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 171 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Penhora; Comércio;
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El Fuero de Plasencia:[347]Ley XIIIIª.
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 171 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Pelejas; Penhora;
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El Fuero de Plasencia:[351]Ley XVIIIª.
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 171 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Comércio; Ameaçar com armas;
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El Fuero de Plasencia:[353] Ley XXª
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 171 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Justiça; Penhora;
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El Fuero de Plasencia:[680]DE DAR PENNOS POR QUIEN QUI- / ER.
POSTIGO ALDEAMIL, María Josefa
“El Fuero de Plasencia”, in Revista de Filología Románica, Nº3, Madrid, 1985, p. 213 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://www.ucm.es/BUCM/revistas/fll/0212999x/articulos/RFRM8585110169A.PDF, 21 de Novembro de 2007.
Fuero; Plasencia; Penhora;
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El Fuero Juzgo: Como deven ser penados los judios que fazen conta la ley. XIª.
PERONA, José (Ed.)
El Fuero Juzgo. Estudios críticos y transcripción, José Perona (Ed.), vol. I, Murcia, Región de Murcia. Consejería de Educación y Cultura, Fundación Séneca e Ayuntamiento de Murcia, 2002, p.385.
Fuero; Juzgo; Justiça; Penas;
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El Fuero Juzgo: Que los judios non circunden el siervo christiano. XIIª.
PERONA, José (Ed.)
El Fuero Juzgo. Estudios críticos y transcripción, José Perona (Ed.), vol. I, Murcia, Región de Murcia. Consejería de Educación y Cultura, Fundación Séneca e Ayuntamiento de Murcia, 2002, p.385.
Fuero; Juzgo; Religião; Circuncisão;
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El Fuero Juzgo: Que los judios non deven fa/çer tormentar los christianos. VIIIIª.
PERONA, José (Ed.)
El Fuero Juzgo. Estudios críticos y transcripción, José Perona (Ed.), vol. I, Murcia, Región de Murcia. Consejería de Educación y Cultura, Fundación Séneca e Ayuntamiento de Murcia, 2002, p.384.
Fuero; Juzgo; Justiça; Pleitos;
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El Fuero Juzgo: Que los judios non deven ser testimonios de los christianos. Xª.
PERONA, José (Ed.)
El Fuero Juzgo. Estudios críticos y transcripción, José Perona (Ed.), vol. I, Murcia, Región de Murcia. Consejería de Educación y Cultura, Fundación Séneca e Ayuntamiento de Murcia, 2002, p.385.
Fuero; Juzgo; Justiça; Testemunhas; Conversos;
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El Fuero Juzgo: Que los judios non fagan su pascua segund su ley. Quinta ley.
PERONA, José (Ed.)
El Fuero Juzgo. Estudios críticos y transcripción, José Perona (Ed.), vol. I, Murcia, Región de Murcia. Consejería de Educación y Cultura, Fundación Séneca e Ayuntamiento de Murcia, 2002, p.383.
Fuero; Juzgo; Religião; Páscoa;
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El Fuero Juzgo: Que los judíos non se circunden. VIIª./
PERONA, José (Ed.)
El Fuero Juzgo. Estudios críticos y transcripción, José Perona (Ed.), vol. I, Murcia, Región de Murcia. Consejería de Educación y Cultura, Fundación Séneca e Ayuntamiento de Murcia, 2002, p.384
Fuero; Juzgo; Religião; Circuncisão;
(PDF formato pdf, 86 KB)

El Fuero Juzgo:Que los judios non se casen segund su ley. VIª.
PERONA, José (Ed.)
El Fuero Juzgo. Estudios críticos y transcripción, José Perona (Ed.), vol. I, Murcia, Región de Murcia. Consejería de Educación y Cultura, Fundación Séneca e Ayuntamiento de Murcia, 2002, p.384.
Fuero; Juzgo; Religião; Casamento; Adultério;
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El Fuero Viejo de Castilla: De las Debdas (I)
JORDAN DE ASSO Y DEL RIO, Ignacio, MANUEL Y RODRÍGUEZ, Miguel de (ed.)
El Fuero Viejo de Castilla, sacado, y comprobado con el ejemplar de la misma obra, que existe en la Real Biblioteca de esta Corte, y con otros Mss, Madrid, Librerías de los Señores, Viuda e Hijos de D. Antonio Calleja, 1847, pp.77 – 78.
Foros; Castela; Dívidas;
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El Fuero Viejo de Castilla: De las Debdas (III)
JORDAN DE ASSO Y DEL RIO, Ignacio, MANUEL Y RODRÍGUEZ, Miguel de (ed.)
El Fuero Viejo de Castilla, sacado, y comprobado con el ejemplar de la misma obra, que existe en la Real Biblioteca de esta Corte, y con otros Mss, Madrid, Librerías de los Señores, Viuda e Hijos de D. Antonio Calleja, 1847, p. 78.
Foros; Castela; Dívidas;
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El Fuero Viejo de Castilla: De las debdas (IV)
JORDAN DE ASSO Y DEL RIO, Ignacio, MANUEL Y RODRÍGUEZ, Miguel de (ed.)
El Fuero Viejo de Castilla, sacado, y comprobado con el ejemplar de la misma obra, que existe en la Real Biblioteca de esta Corte, y con otros Mss, Madrid, Librerías de los Señores, Viuda e Hijos de D. Antonio Calleja, 1847, pp.77 – 78.
Foros; Castela; Dívidas;
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El Fuero Viejo de Castilla: De las debdas (IX)
JORDAN DE ASSO Y DEL RIO, Ignacio, MANUEL Y RODRÍGUEZ, Miguel de (ed.)
El Fuero Viejo de Castilla, sacado, y comprobado con el ejemplar de la misma obra, que existe en la Real Biblioteca de esta Corte, y con otros Mss, Madrid, Librerías de los Señores, Viuda e Hijos de D. Antonio Calleja, 1847, p.80.
Foros; Castilla; Dívidas;
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El Fuero Viejo de Castilla: De las debdas (XVIII)
JORDAN DE ASSO Y DEL RIO, Ignacio, MANUEL Y RODRÍGUEZ, Miguel de (ed.)
El Fuero Viejo de Castilla, sacado, y comprobado con el ejemplar de la misma obra, que existe en la Real Biblioteca de esta Corte, y con otros Mss, Madrid, Librerías de los Señores, Viuda e Hijos de D. Antonio Calleja, 1847, p.85.
Foros; Castela; Dívidas;
(PDF formato pdf, 48 KB)

El Fuero Viejo de Castilla: De los Peños (III)
JORDAN DE ASSO Y DEL RIO, Ignacio, MANUEL Y RODRÍGUEZ, Miguel de (ed.)
El Fuero Viejo de Castilla, sacado, y comprobado con el ejemplar de la misma obra, que existe en la Real Biblioteca de esta Corte, y con otros Mss, Madrid, Librerías de los Señores, Viuda e Hijos de D. Antonio Calleja, 1847, pp.84 – 85.
Foros; Castela; Penhora,
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El Fuero Viejo de Castilla: De los Peños (V)
JORDAN DE ASSO Y DEL RIO, Ignacio, MANUEL Y RODRÍGUEZ, Miguel de (ed.)
El Fuero Viejo de Castilla, sacado, y comprobado con el ejemplar de la misma obra, que existe en la Real Biblioteca de esta Corte, y con otros Mss, Madrid, Librerías de los Señores, Viuda e Hijos de D. Antonio Calleja, 1847, p. 85.
Foros; Castela; Penhora;
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El Valle del Llanto ('Emeq ha-bakha). Crónica hebrea del siglo XVI. INtroducción, traducción y notas por Pilar León Tello
HA-KOHEN, Yosef
Barcelona, Rio Piedras, 1989, p. 153 e p. 164.
Corpus Mendesiano; Gracia Nasci; Crónicas Hebreias
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Entre a classe da nobreza e a "nação" herética. Entre Bordéus, Aveiro, Coimbra e Lisboa
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 15 Janeiro 2013
Inquisição Cristãos-novos Bordéus Henrique Fernandes Cáceres
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Entre Deus e César: para a definição do estatuto dos judeus em Portugal nos finais da Idade Média
VENTURA, Margarida Garcez
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 63-73.
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Entre Miranda, Granada e Lisboa: D. Pedro Maldonado de Medina
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães
Terra Quente, 15 Junho, 1 e 15 Agosto, 1 Setembro 2011
Inquisição Cristãos-novos Miranda do Douro Lisboa Castela Londres
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Entre os engenhos do açúcar do Brasil e a sinagoga de Hamburgo
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 1 Fevereiro 2013
Cristãos-novos Inquisição Brasil Hamburgo Bento da Costa Brandão Bravo
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Entre Sambade, a França, a Inglaterra e a Jamaica
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 1 Abril 2013
Inquisição Cristãos-novos Bayonne Sambade
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Entre Vila Flor, Castela, Muxagata e Viseu. A família do Dr. António Rodrigues de Mesquita
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães
Terra Quente, 15 Junho 2011
Inquisição Cristãos-novos Torre de Moncorvo Viseu Castela Orações
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Errar sin esperanza. El antijudaísmo en el debate político durante la privanza del conde duque de Olivares
CARRASCO MARTINEZ, Adolfo;
Cadernos de Estudos Sefarditas, nºs. 10-11, 2011, pp. 299-324
+Resumo
“¡viva la Ley de Moisés!¡Muera la Ley de Cristo!”. Esto es lo que proclamaban varios carteles escritos en portugués que, a primera hora de la mañana del sábado 2 de julio de 1633, los más madrugadores habitantes de Madrid pudieron leer en calles y plazas de la ciudad. Los carteles vertían una doble provocación; la más gruesa era la blasfemia, pero había una segunda, cargada de sibilina intención, por estar escritos en portugués. No extraña por tanto que provocasen una inmediata movilización de las autoridades competentes, conmocionadas ante un delito de naturaleza religiosa y también penal. La sala de Alcaldes de Casa y Corte – responsable de la justicia y el orden público en la capital —, el Consejo Real y el Santo Oficio anunciaron recompensas a quienes ofreciesen pistas sobre las culpables, publicaron edictos y realizaron consultas al más alto nivel; el revuelo institucional acredita, ante todo, la gravedad de este golpe de efecto.


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Estátua de Bandarra. Trancoso.

Bandarra; Messinismo; Trancoso

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Estudos sefarditas em Trás-os-Montes, o caso do jornal "Terra Quente"
ANDRADE, António Júlio
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º4, 2004, pp. 343-350.
(PDF formato pdf, 203 KB)



Famiglie di nuovi cristiani portoghesi in Toscana. Percorsi e stili di vita
MATEUS, Susana Bastos
Cadernos de Estudos Sefarditas, vol. 9, 2008, no prelo.
Toscana
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Flora com uma vista sobre Antuérpia, 1559 [Hamburgo, Kunsthale]
METSIJS, Jan
Antuérpia; Diogo Mendes Benveniste

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Formas de Vida e Religiosidade na Diáspora. As Esnogas ou Casas de Culto: Antuérpia, Roterdão e Hamburgo (Séculos XVI-XVII)
FRADE, Florbela Veiga
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 7, 2007, pp. 185-219.
Culto; Sinagogas; Diáspora; Antuérpia; Roterdão; Hamburgo
(PDF formato pdf, 480 KB)

Francisco Rodrigues Brandão Faro, sepultado em S. António dos Capuchos (Viseu)
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães
Terra Quente, 15 Março 2011
Inquisição Cristãos-novos Viseu Orações
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Fuero de Alba de Tormes: 12 - Fuero de iudio, quilo matar.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 297.
Fuero; Alba de Tormes; Justiça; Homicídio; Mulher;
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Fuero de Béjar: 350 - DE MUGER CRISTIANA QUE FUER PRESA CON JUDIO O CON MORO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.88.
Fuero; Béjar;
(PDF formato pdf, 85 KB)

Fuero de Béjar: 533 - QUI DEUE PONER CORRE/DOR.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.111.
Fuero; Béjar; Administração municipal; Economia; Corrector;
(PDF formato pdf, 85 KB)

Fuero de Béjar: 69 - NON ENTREN EN BANNO LOS UNO EN UEZ DE OTROS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.53.
Fuero; Béjar; Agressões físicas; Homicídio; Banhos públicos;
(PDF formato pdf, 85 KB)

Fuero de Béjar: 853 - FUERO ENTRE JUDIOS E CRISTIANOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.150.
Fuero; Béjar; Justiça; Pleitos;
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Fuero de Béjar: 854 - QUE SE ALÇEN A QUATRO ALCALDES.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.150.
Fuero; Béjar; Justiça; Alcaldes;
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Fuero de Béjar: 855 - DE FIRMAS EN/TRE CRISTIANO E IUDIO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.150.
Fuero; Béjar; Justiça; Testemnhas; Firmar;
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Fuero de Béjar: 857 - DEL IUDIO QUE TES/TIGUARE EL PRESO FUERAS DE LA CAR/CEL.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.150.
Fuero; Béjar; Justiça; Testemunhas;
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Fuero de Béjar: 858 - DEL IUDIO QUE LO TENGA PRESO EL ALBEDÍ.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.150.
Fuero; Béjar; Justiça; Prisões;
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Fuero de Béjar: 859 - QUI METIER PENNOS SOBRE FIRMAS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.150.
Fuero; Béjar; Penhores; Firmar;
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Fuero de Béjar: 860 - DEL ALBE/DÍ QUE NON QUIER FER DERECHO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.150.
Fuero; Béjar; Justiça; Albedí;
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Fuero de Béjar: 861 - DEL IUDEZ QUE NON QUIER FER DERECHO AL IUDIO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.151.
Fuero; Béjar; Justiça;
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Fuero de Béjar: 862 - DE LAS PEN/DRAS ENTRE CRISTIANO E IUDIO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.151.
Fuero; Béjar; Justiça; Prisão;
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Fuero de Béjar: 863 - QUE EL IUDIO IUDGADO E VEZINO TENGA LOS PENNOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.151.
Fuero; Béjar; Justiça; Penhora;
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Fuero de Béjar: 864 - QUE PRENDREL CRISTIANO AL IUDO QUE NON QUIER FER ALCALDES.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.151.
Fuero; Béjar; Justiça; Penhora;
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Fuero de Béjar: 865 - DEL QUE DA PEN/NOS SIN MANDADO DEL QUE/RELLOSO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.151.
Fuero; Béjar; Justiça; Penhora;
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Fuero de Béjar: 866 - DEL CRISTIANO QUE NON QUIER HIR PRENDAR // (f.147r) CON EL IUDIO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.151.
Fuero; Béjar; Justiça;
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Fuero de Béjar: 867 - DEL IUDIO QUE NON QUIER YR PENDRAR CON CRISTIANOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.151.
Fuero; Béjar; Justiça;
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Fuero de Béjar: 868 - CRISTIANO QUE REUIELLA PENNOS A IUDIO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.151.
Fuero; Béjar; Justiça; Penhora;
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Fuero de Béjar: 869 - DEL IUDIO QUE EMPA/RA PENNOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.151 – 152.
Fuero; Béjar; Justiça; Penhora;
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Fuero de Béjar: 870 - DEL IUDEZ QUE NON QUIER YR PENDRAR CON EL IUDIO DEL ALBEDÍ.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.152.
Fuero; Béjar; Justiça;
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Fuero de Béjar: 871 - DEL LOGAR DE LOS PLAZOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.152.
Fuero; Béjar; Justiça; Empréstimos; Hipotecas;
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Fuero de Béjar: 873 - COMO IURE IUDIO O POR QUANTO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.152.
Fuero; Béjar; Justiça; Juramento;
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Fuero de Béjar: 874 - DEL CRISTIANO QUE REÇIBE IUDIO POR DEBDOR.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.152.
Fuero; Béjar; Justiça; Dívidas;
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Fuero de Béjar: 875 - DEL JUDIO QUE RECIBE CRISTIANO POR DEB/DOR.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.152.
Fuero; Béjar; Justiça; Dívidas; Mulher;
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Fuero de Béjar: 876 - DE LOS PARAMIENTOS DE CRISTIANOS E DE IUDIOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.152.
Fuero; Béjar; Justiça; Empréstimos;
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Fuero de Béjar: 877 - DE LOGRO QUE NON GANE DEL IUDIO QUE TROXIERE LOS PENOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, pp.152 – 153.
Fuero; Béjar; Justiça; Penhoras;
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Fuero de Béjar: 878 - QUANDO UENDA //(f. 149r.) EL IUDIO LOS PENNOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.153.
Fuero; Béjar; Penhoras; Comércio;
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Fuero de Béjar: 879 - QUE UENDA EL CRISTI/ANO SUS PENNOS QUANDO QUISIER.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.153.
Fuero; Béjar; Justiça; Penhoras; Comércio;
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Fuero de Béjar: 880 - DE LA IURA DEL IUDIO SORE PENNOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.153.
Fuero; Béjar; Justiça; Juramento; Penhores;
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Fuero de Béjar: 881 - DEL IUDIO QUE NON QUIERE FIRMAR CON EL CRISTIANO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.153.
Fuero; Béjar; Justiça; Firmar; Testemunhar;
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Fuero de Béjar: 882 - COMO E QUANDO AYAN LOS PLAZOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.153.
Fuero; Béjar; Dívidas; Hipotecas; Prazos;
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Fuero de Béjar: 883 - FIRMEN VEZINOS E NON OTROS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.153.
Fuero; Béjar; Justiça; Firmar; Testemunhar;
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Fuero de Béjar: 884 - QUE FIRMAS DE CRISTIANO E DE IUDIO NON SEAN REPTADAS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.153.
Fuero; Béjar; Justiça; Firmar; Testemunhar; Repto;
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Fuero de Béjar: 885 - DEL QUE SACAR ARMAS DE LA VILLA PORA UENDER.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.153.
Fuero; Béjar; Economia; Comércio; Armas;
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Fuero de Béjar: 887 - JUDIZIO DADO EN CORRAL VALA.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.154.
Fuero; Béjar; Justiça; Testemunhar; Firmar;
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Fuero de Béjar: 888 - DEL IU/DIO QUE NON MOSTRARE LOS PENNOS.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.154.
Fuero; Béjar; Justiça; Hipotecas; Penhoras;
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Fuero de Béjar: 889 - EL CRISTIANO MUESTRE EL AUER.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.154.
Fuero; Béjar; Justiça; Penhoras;
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Fuero de Béjar: 890 - DEL CRISTIANO QUE FUER A / MATAR AL IUDIO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.154.
Fuero; Béjar; Justiça; Homicídio; Agressões físicas;
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Fuero de Béjar: 891 - DEL IUDIO QUE FIRIERE O MATAR A CRISTIANO.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.154.
Fuero; Béjar; Justiça; Homicídio; Agressões físicas;
(PDF formato pdf, 85 KB)

Fuero de Béjar: 892 - LA CAL/LONNA DEL IUDIO TODA ES DEL REY.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Béjar, Salamanca, Universidad de Salamanca, 1974, p.154.
Fuero; Béjar; Justiça; Coimas;
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Fuero de Cáceres: 22o. De iudeo.
LUMBRERAS VALIENTE, Pedro
Los Fueros Municipales de Cáceres. Su derecho público (Tesis Doctoral), Cáceres, Excmo. Ayuntamiento de la Capital de la Alta Extremadura, 1974, p.LVIII.
Fuero; Cáceres; Justiça;
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Fuero de Cáceres: 293. Iudio que auer dier a rrenueuo.
LUMBRERAS VALIENTE, Pedro
Los Fueros Municipales de Cáceres. Su derecho público (Tesis Doctoral), Cáceres, Excmo. Ayuntamiento de la Capital de la Alta Extremadura, 1974, p. LXXII.
Fuero; Cáceres; Usura; Onzena;
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Fuero de Cáceres: 294. Iudio qui penus tomare.
LUMBRERAS VALIENTE, Pedro
Los Fueros Municipales de Cáceres. Su derecho público (Tesis Doctoral), Cáceres, Excmo. Ayuntamiento de la Capital de la Alta Extremadura, 1974, p. LXXII.
Fuero; Cáceres; Penhora; Juramento;
(PDF formato pdf, 6 KB)

Fuero de Cáceres: 295. Qui conoscier a iudio.
LUMBRERAS VALIENTE, Pedro
Los Fueros Municipales de Cáceres. Su derecho público (Tesis Doctoral), Cáceres, Excmo. Ayuntamiento de la Capital de la Alta Extremadura, 1974, p. LXXIII.
Fuero; Cáceres; Penhora;
(PDF formato pdf, 6 KB)

Fuero de Cáceres: 386. Iudio que prendieren con christiana.
LUMBRERAS VALIENTE, Pedro
Los Fueros Municipales de Cáceres. Su derecho público (Tesis Doctoral), Cáceres, Excmo. Ayuntamiento de la Capital de la Alta Extremadura, 1974, p. XC.
Fuero; Cáceres;
(PDF formato pdf, 6 KB)

Fuero de Cáceres: 395. Qui ferier iudio.
LUMBRERAS VALIENTE, Pedro
Los Fueros Municipales de Cáceres. Su derecho público (Tesis Doctoral), Cáceres, Excmo. Ayuntamiento de la Capital de la Alta Extremadura, 1974, p. XCII.
Fuero; Cáceres; Delitos; Agressões físicas;
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Fuero de Cáceres: 74. Iudus qui comprare pescado in uernis.
LUMBRERAS VALIENTE, Pedro
Los Fueros Municipales de Cáceres. Su derecho público (Tesis Doctoral), Cáceres, Excmo. Ayuntamiento de la Capital de la Alta Extremadura, 1974, p. XXVI.
Fuero; Cáceres; Comércio;
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Fuero de Coria: 135. De [judio] que tomaren con christiana.
MALDONADO Y FERNÁNDEZ DEL TORCO, José (ed.)
El Fuero de Coria. Studio histórico – jurídico. Compilación de Emilio Sáez y prefacio de José Fernández Hernando, Madrid, Instituto de Estudios de Administración Local, 1949, p.48
Foros; Coria;
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Fuero de Coria: 218. De judios.
MALDONADO Y FERNÁNDEZ DEL TORCO, José (ed.)
El Fuero de Coria. Studio histórico – jurídico. Compilación de Emilio Sáez y prefacio de José Fernández Hernando, Madrid, Instituto de Estudios de Administración Local, 1949, p.67
Foros; Coria; Comércio;
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Fuero de Coria: 219. Judio no tenga su voz.
MALDONADO Y FERNÁNDEZ DEL TORCO, José (ed.)
El Fuero de Coria. Studio histórico – jurídico. Compilación de Emilio Sáez y prefacio de José Fernández Hernando, Madrid, Instituto de Estudios de Administración Local, 1949, p.67
Foros; Coria; Justiça;
(PDF formato pdf, 39 KB)

Fuero de Coria: 294. Judio que su aver diere.
MALDONADO Y FERNÁNDEZ DEL TORCO, José (ed.)
El Fuero de Coria. Studio histórico – jurídico. Compilación de Emilio Sáez y prefacio de José Fernández Hernando, Madrid, Instituto de Estudios de Administración Local, 1949, p.294.
Foros; Coria; Usura; Onzena;
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Fuero de Coria: 295.[De judio que penos tomar].
MALDONADO Y FERNÁNDEZ DEL TORCO, José (ed.)
El Fuero de Coria. Studio histórico – jurídico. Compilación de Emilio Sáez y prefacio de José Fernández Hernando, Madrid, Instituto de Estudios de Administración Local, 1949, pp.83 - 84.
Foros; Coria; Penhora;
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Fuero de Coria: 296. Qui conoçiere a judio su aver.
MALDONADO Y FERNÁNDEZ DEL TORCO, José (ed.)
El Fuero de Coria. Studio histórico – jurídico. Compilación de Emilio Sáez y prefacio de José Fernández Hernando, Madrid, Instituto de Estudios de Administración Local, 1949, p.84.
Foros; Coria; Penhora;
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Fuero de Coria: 389. Qui ferir judio.
MALDONADO Y FERNÁNDEZ DEL TORCO, José (ed.)
El Fuero de Coria. Studio histórico – jurídico. Compilación de Emilio Sáez y prefacio de José Fernández Hernando, Madrid, Instituto de Estudios de Administración Local, 1949, p.104
Foros; Coria; Agressão física;
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Fuero de Estella: 55. Del christian e del iudev.
LACARRA, José María
“Fuero de Estella.”, in Anuario de Historia del Derecho Español, vol. IX, Madrid, 1932, p.410.
Fuero; Estella; Justiça; Doações; Provas;
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Fuero de Ledesma: 176 - De moros e de iudios.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para ampliación de estudios e investigaciones científicas. Centro de estudios Históricos, 1916, p. 247.
Fuero; Ledesma; Justiça;
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Fuero de Ledesma: 315 - De iudio.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para ampliación de estudios e investigaciones científicas. Centro de estudios Históricos, 1916, p. 271.
Fuero; Ledesma; Casamento; Portagem;
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Fuero de Ledesma: 388 - Fuero de los judios.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 284.
Fuero; Ledesma; Justiça; Delitos de sangue; Testemunhas; Juramento;
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Fuero de Ledesma: 389 - De iudios.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 284.
Fuero; Ledesma; Justiça; Demanda; Prisão; Penhora;
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Fuero de Ledesma: 390 - Alia.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 284.
Fuero; Ledesma; Justiça; Testemunhas;
(PDF formato pdf, 5 KB)

Fuero de Ledesma: 391 - Alia
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 285.
Fuero; Ledesma; Comércio; Mercado;
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Fuero de Ledesma: 392 - De iudios.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para ampliación de estudios e investigaciones científicas. Centro de estudios Históricos, 1916, p. 285.
Fuero; Ledesma; Justiça;
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Fuero de Ledesma: 393 - De prendar aiudios.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 285.
Fuero; Ledesma; Justiça; Juramento; Detenções;
(PDF formato pdf, 48 KB)

Fuero de Ledesma: 394 - Alia Ley.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 285.
Fuero; Ledesma; Justiça; Delitos; Invasão da propriedade privada;
(PDF formato pdf, 47 KB)

Fuero de Ledesma: 395 - Alia ley.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para ampliación de estudios e investigaciones científicas. Centro de estudios Históricos, 1916, p. 285.
Fuero; Ledesma; Justiça; Homicídio; Agressão física; Mulher;
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Fuero de Ledesma: 396 - Alia ley.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 285.
Fuero; Ledesma; Justiça; Agressão física; Mulher; Testemunhas;
(PDF formato pdf, 47 KB)

Fuero de Ledesma: 397 - De alcalldes entre iudios e christianos.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 286.
Fuero; Ledesma; Justiça; Delitos; Furto;
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Fuero de Ledesma: 398 - De ychar pennos aiudio.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 286.
Fuero; Ledesma; Justiça; Penhores;
(PDF formato pdf, 6 KB)

Fuero de Ledesma: 399 - De iudios.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 286.
Fuero; Ledesma; Concelhos; Rei;
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Fuero de Ledesma: 400 - De sobrecabar iudio.
CASTRO, Américo e ONÍS, Federico de (Ed.)
Fueros Leoneses de Zamora, Salamanca, Ledesma y Alba de Tormes. Edición y estudio de Américo Castro y Federico de Onís, vol. I, Madrid, Junta para Ampliación de Estudios e Investigaciones Científicas. Centro de Estudios Históricos, 1916, p. 286.
Fuero; Ledesma; Justiça; Testemunhas; Dívidas;
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Fuero de Sabiote: 271. DE LA MUGER QUE CON MORO O CON JUDIO FUERE PRESSA.
PORRAS ARBOLEDAS, Pedro A.
“Fuero de Sabiote”, in Cuadernos de Historia del Derecho, Nº1, Madrid, 1994, p. 299 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://revistas.ucm.es/der/11337613/articulos/CUHD9494110243A.PDF, 5 de Outubro de 2007.
Fuero; Sabiote; Justiça; Relações sexuais;
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Fuero de Sabiote: 54 - QUE EL CHRISTIANO EN EL DIA DE LOS JUDIOS NON ENTRE EN´L BANNO.
PORRAS ARBOLEDAS, Pedro A.
"Fuero de Sabiote”, in Cuadernos de Historia del Derecho, Nº1, Madrid, 1994, p. 263 in Portal de Revistas Científicas Complutenses, http://revistas.ucm.es/der/11337613/articulos/CUHD9494110243A.PDF, 5 de Outubro de 2007.
Fuero; Sabiote; Justiça; Agressões físicas; Banhos públicos;
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Fuero de Salamanca: D'amparancia de iodios.
SÁNCHEZ RUANO, J.
Fuero de Salamanca, Salamanca, Sebastián Cerezo, 1870, p.104
Fuero; Salamanca; Tributos; Justiça; Agressões físicas; Homicídio;
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Fuero de Salamanca: Uoz de moros ó de iudeos.
SÁNCHEZ RUANO, J.
Fuero de Salamanca, Salamanca, Sebastián Cerezo, 1870, p.80.
Fuero; Salamanca; Justiça;
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Fuero de Úbeda: Título IX: De los Forneros & de los Ba/nnos - Ley II.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan (Ed.)
Fuero de Úbeda. Estudio prelimeminar de Mariano Peset e Juan Gutiérrez Cuadrado. Estudio paleográfico de Josep Trenchs Odena. Edición y notas de Juan Gutiérrez Cuadrado, Valencia, Universidad de Valencia. Secretariado de Valencia, 1979, p.264.
Fuero; Úbeda; Justiça; Sociedade; Banhos públicos,
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Fuero de Úbeda: Título IX: De los Forneros & de los Ba/nnos - Ley III - B
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan (Ed.)
Fuero de Úbeda. Estudio prelimeminar de Mariano Peset e Juan Gutiérrez Cuadrado. Estudio paleográfico de Josep Trenchs Odena. Edición y notas de Juan Gutiérrez Cuadrado, Valencia, Universidad de Valencia. Secretariado de Valencia, 1979, p.264.
Fuero; Úbeda; Justiça; Sociedade; Banhos públicos;
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Fuero de Úbeda: Título LIII: De los pleitos entre cristianos &judios & del que armas vendiere a moros & del cristiano que judio firiere o matare.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan (Ed.)
Fuero de Úbeda. Estudio prelimeminar de Mariano Peset e Juan Gutiérrez Cuadrado. Estudio paleográfico de Josep Trenchs Odena. Edición y notas de Juan Gutiérrez Cuadrado, Valencia, Universidad de Valencia. Secretariado de Valencia, 1979, pp.36
Fuero; Úbeda; Justiça; Sociedade;
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Fuero de Úbeda: Título XXIX: De los omnes & de la/s mugeres que legaren a otros & de la salua del fierro caliente & de la muger que fi/ziere adulteryo con moro o con judio & del que muger prennada matare.
GUTIÉRREZ CUADRADO, Juan
Fuero de Úbeda. Estudio preliminar de Mariano Peset e Juan Gutiérrez Cuadrado. Estudio paleográfico de Josep Trenchs Odena. Edición y notas de Juan Gutiérrez Cuadrado, Valencia, Universidad de Valencia. Secretariado de Valencia, 1979, p.304.
Fuero; Úbeda; Justiça; Adultério;
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Fuero de Usagre: 225. Qui iodio non tenga ninguna uoz.
UREÑA Y SMENJAUD, Rafael de e BONILLA Y SAN MARTIN, Adolfo (Eds.)
Fuero de Usagre (Siglo XIII). Anotado con las variantes de Cáceres. Publicación de Rafael de Ureña y Smenjaud e Adolfo Bonilla y San Martin, Madrid, Hijos de Reus, 1907, p.85.
Fuero; Usagre; Justiça;
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Fuero de Usagre: 302. Judio que diere auer a renouo.
UREÑA Y SMENJAUD, Rafael de e BONILLA Y SAN MARTIN, Adolfo (Eds.)
Fuero de Usagre (Siglo XIII). Anotado con las variantes de Cáceres. Publicación de Rafael de Ureña y Smenjaud e Adolfo Bonilla y San Martin, Madrid, Hijos de Reus, 1907, pp. 108 - 109.
Fuero; Usagre; Justiça; Usura;
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Fuero de Usagre: 303. Judios que pennos tomaren a renouo.
UREÑA Y SMENJAUD, Rafael de e BONILLA Y SAN MARTÍN, Adolfo (Eds.)
Fuero de Usagre (Siglo XIII). Anotado con las variantes de Cáceres. Publicación de Rafael de Ureña y Smenjaud e Adolfo Bonilla y San Martin, Madrid, Hijos de Reus, 1907, p. 109.
Fuero; Usagre; Justiça; Usura; Penhora; Juramento;
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Fuero de Usagre: 304. Qui su auer conocier a iudio
UREÑA Y SMENJAUD, Rafael de e BONILLA Y SAN MARTÍN, Adolfo (Eds.)
Fuero de Usagre (Siglo XIII). Anotado con las variantes de Cáceres. Publicación de Rafael de Ureña y Smenjaud e Adolfo Bonilla y San Martin, Madrid, Hijos de Reus, 1907, pp. 109 – 110.
Fuero; Usagre; Penhora;
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Fuero de Usagre: 395. Qui tomar iudio con xristiana.
UREÑA Y SMENJAUD, Rafael de e BONILLA Y SAN MARTIN, Adolfo (Eds.)
Fuero de Usagre (Siglo XIII). Anotado con las variantes de Cáceres. Publicación de Rafael de Ureña y Smenjaud e Adolfo Bonilla y San Martin, Madrid, Hijos de Reus, 1907, p. 138.
Fuero; Usagre; Justiça;
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Fuero de Usagre: 403. Qui feriere a iudio.
UREÑA Y SMENJAUD, Rafael de e BONILLA Y SAN MARTIN, Adolfo (Eds.)
Fuero de Usagre (Siglo XIII). Anotado con las variantes de Cáceres. Publicación de Rafael de Ureña y Smenjaud e Adolfo Bonilla y San Martin, Madrid, Hijos de Reus, 1907, p. 141.
Fuero; Usagre; Justiça; Agressões físicas;
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Fuero de Usagre: 76. Iudio que comprare pescado en uiernes.
UREÑA Y SMENJAUD, Rafael, BONILLA Y SAN MARTIN, Adolfo (eds.)
Fuero de Usagre (Siglo XIII). Anotado con las variantes de Cáceres, Madrid, Hijos de Reus, 1907, p.28
Foros; Usagre; Comércio;
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Fuero Real: I - Título de lo que dexan la Fe Cathólica
PALACIOS ALCAINE, Azucena (ed.)
Fuero Real. Edición, estudio y glosario de Azucena Palacios Alcaine, Barcelona, PPU, 1991, p.108
Fuero; Real; Religião; Conversão;
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Fuero Real: II - Título de los iudíos - I
PALACIOS ALCAINE, Azucena (ed.)
Fuero Real. Edición, estudio y glosario de Azucena Palacios Alcaine, Barcelona, PPU, 1991, p.109.
Fuero; Real; Religião; Livros;
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Fuero Real: II - Título de los iudios - II
PALACIOS ALCAINE, Azucena (ed.)
Fuero Real. Edición, estudio y glosario de Azucena Palacios Alcaine, Barcelona, PPU, 1991, p.109.
Fuero; Real; Conversão;
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Fuero Real: II - Título de los iudíos - III
PALACIOS ALCAINE, Azucena (ed.)
Fuero Real. Edición, estudio y glosario de Azucena Palacios Alcaine, Barcelona, PPU, 1991, p.109.
Fuero; Real; Religião;
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Fuero Real: II - Título de los iudíos - IV
PALACIOS ALCAINE, Azucena (ed.)
Fuero Real. Edición, estudio y glosario de Azucena Palacios Alcaine, Barcelona, PPU, 1991, p.109
Fuero; Real; Mulher; Educação;
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Fuero Real: II - Título de los iudios - IX
PALACIOS ALCAINE, Azucena (ed.)
Fuero Real. Edición, estudio y glosario de Azucena Palacios Alcaine, Barcelona, PPU, 1991, p.110.
Fuero; Real; Religião; Justiça;
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Fuero Real: II - Título de los iudíos - V
PALACIOS ALCAINE, Azucena (ed.)
Fuero Real. Edición, estudio y glosario de Azucena Palacios Alcaine, Barcelona, PPU, 1991, p.109.
Foros; Real; Empréstimos; Usura; Onzena;
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Fuero Real: II - Título de los iudíos - VII
PALACIOS ALCAINE, Azucena (ed.)
Fuero Real. Edición, estudio y glosario de Azucena Palacios Alcaine, Barcelona, PPU, 1991, p.109.
Foros; Real; Usura; Onzena; Penhora;
(PDF formato pdf, 47 KB)

Fuero Real: II - Título de los iudíos - VIII
PALACIOS ALCAINE, Azucena (ed.)
Fuero Real. Edición, estudio y glosario de Azucena Palacios Alcaine, Barcelona, PPU, 1991, p.110.
Fuero; Real; Empréstimos; Usura; Onzena;
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Fuero Real:II - Título de los iudíos - VI
PALACIOS ALCAINE, Azucena (ed.)
Fuero Real. Edición, estudio y glosario de Azucena Palacios Alcaine, Barcelona, PPU, 1991, p.109.
Foros; Real; Empréstimos; Usura; Onzena;
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Garcia de Orta e a ideia de tolerância religiosa
REGO, A. da Silva
Separata de Garcia de Orta. Revista da Junta de Investigações do Ultramar, Vol. 11, nº 4 (1963)
Medicina; Farmacopeia; Tolerância religiosa; Religiões do Oriente;
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Grácia "la chica", medalha [1553]
PASTORINI, Pastorino de
Grácia Nasci; Medalha

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Habitação com uma Menorah gravada. Torre do Terrenho. Rua da Carreira. Trancoso
SANTOS, Carla Alexandra (CMT); ANDRADE, Carlos (CMT); PEREIRA, João (TEGEC);
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
Trancoso; Património; Habitações; Simbologia; Hanukah; Menorah; Rua da Carreira; Torre do Terrenho
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
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História da medicina: uma carta de Manuel Teles da Silva, Marquês do Alegrete, Secretário da Real Academia Portuguesa, a Jacob de Castro Sarmento, médico e sócio do Real Colégio de Londres (1691-1762)
ESAGUY, Augusto d'
Separata da Imprensa Média, Lisboa, 1952
Médicos; Medicina; Real Academia Portuguesa; Real Colégio de Londres;
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Hotel de Simão Rodrigues de Évora
CALAZANS, José Carlos
Abril de 2005
Antuérpia; Simão Rodrigues de Évora; Hotel
Abril de 2005
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Hotel de Simão Rodrigues de Évora - 2
CALAZANS, José Carlos
Abril de 2005
Antuérpia; Simão Rodrigues de Évora; Hotel
Abril de 2005
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Hystoria de menina e moça
RIBEIRO, Bernardim, 1482-1552
Ferrara : [[]Abramo Usque], 1554
Literatura; Cultura; Renascimento; Criptojudaismo;
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I procuratori dei cristiani nuovi a Roma e i retroscena dei privilegi di Cosimo de Medici di 1549
NÓVOA, James W. Nelson;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 281-296
+Resumo
Os privilégios oferecidos pelo duque Cosimo de Medici aos cristãos-novos portugueses, para se estabelecer na Toscânia em Janeiro de 1549 são quase idênticos aos casos de privilégios oferecidos no seguimento de convites similares da parte do príncipe e potentado de Itália no princípio do século XVI: os cristãos-novos portugueses podem comparar-se a outros indivíduos do Estado da Toscânia, com excepção no que diz respeito ao pagamento de impostos, às investigações da Inquisição, à liberdade de poderem dedicar-se aos ofícios de mecânico e do comércio, etc.

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Iconografia antijudaica em Portugal (séculos XIV-XV)
AFONSO, Luís
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 101-131.
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Igreja matriz de Carção, de onde foram roubados os sambenitos em 1736
LOPES, Paulo
Imagem de 2009
Carção; Sambenitos; Resistência; Perseguição
Imagem de 2009
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Images and Simulacra of the Soul: reading female allegory in Paolo Veronese and Leone Ebreo
PESCATORI, Rossella
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 133-148.
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Imóvel na Rua da Alegria. Trancoso
SANTOS, Carla Alexandra (CMT); ANDRADE, Carlos (CMT); PEREIRA, João (TEGEC);
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
Trancoso; Património; Inquisição
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
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In Dioscorides Anazarbei de medica materia libros quinque
LUSITANO, Amato
Veneza, 1558.
Corpus Mendesiano; Grácia Nasci; Amato Lusitano
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In Dioscoridis Anazarbei de Medica Materia Libros Quinque [Frontispício] [Veneza, 1553]
LUSITANO, Amato
Amato Lusitano; Diogo Mendes Benveniste; Grácia Nasci; Medicina

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In memoriam. Aron di Leone Leoni (1932-2010)
ANDRADE, António Manuel Lopes;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 13-14
+Resumo
Pretendemos evocar aqui a saudosa memória do Dr. Aron di Leone Leoni, historiador de méritos consagrados, cuja obra notável traçou com grande saber e mestria a História da Nação Portuguesa e Espanhola, muito em particular no que respeita às comunidades sefarditas em diáspora estabelecidas nos grandes centros europeus do século XVI (Ferrara, Veneza, Ancona, Pesaro, Antuérpia ou Londres).

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Inquisição (1812)
GOYA, Francisco;
Imagem recolhida por alunos de Graduação no âmbito das actividades docentes do Prof. Dr. Ângelo Assis na Universidade Federal de Viçosa.
Inquisição; Sambenito
Imagem recolhida por alunos de Graduação no âmbito das actividades docentes do Prof. Dr. Ângelo Assis na Universidade Federal de Viçosa.
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Inquisição, religiosidade e transformações culturais: a sinagoga das mulheres e a sobrevivência do judaísmo feminino no Brasil colonial - Nordeste, séculos XVI-XVII
ASSIS, Angelo Adriano Faria de
Revista Brasileira de HIstória. Vol. 22, Número 43. 2002. p. 47-66.
Inquisição, criptojudaísmo, mulheres
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Inscrição hebraica [RORO = OROR / horror em português]. Trancoso
SANTOS, Carla Alexandra (CMT); ANDRADE, Carlos (CMT); PEREIRA, João (TEGEC);
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
Trancoso; Património; Habitações; Simbologia; Inscrições em hebraico
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
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Intellectual Relationships of Fifteenth-Century Jewish and Christian Scholars in Light of Contemporary Art
LELLI, Fabrizio
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 6, 2006, pp. 149-170.
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Isaac Abravanel entre Mémoire Ethnique et Mémoire Nationale.
ATTIAS, Jean - Christophe
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº2, Lisboa, 2000, pp. 93 - 110.
Isaac Abravanel; Memória;
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Isaac e Yehudah Abravanel e o diálogo com o cristianismo
NÓVOA, James W. Nélson
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 9, 2009, pp. 75-92
+Resumo
No ano de 1506, uma carta foi dirigida a Isaac Abravanel (1437-1508) no crepúsculo da sua vida, durante o seu último exílio, em Veneza. O exegeta, filósofo, chefe religioso e teólogo português encontrava-se na Sereníssima desde 1503, encarregado pelo Senado da República de negociar um tratado comercial com Portugal, tratado que ainda não estava ratificado quando Abravanel morreu na República de São Marco, em 1508. Na carta, escrita pelo filósofo judeu askenazita Saul Cohen Ashkenazi (1496-1523), na cidade de Hercalião, na ilha de Creta, naquela altura sob o domínio de Veneza, o pensador judeu fez uma série de perguntas filosóficas a Abravanel nas quais se podia entrever uma crítica subtil ao pensamento de Isaac e do seu filho yehudah Abravanel, melhor conhecido pela posteridade como Leão hebreu (1460-1525?). A missiva fala de Yehudah como um sábio conhecido por se ter dedicado à filosofia, sobretudo ao estudo do pensamento do filósofo árabe Averroes(1126-1198), pela sua capacidade de se expressar em várias línguas e géneros, inclusivamente, pelo seu uso da alegoria e da fábula. Pelo menos um estudioso contemporâneo, Arthur Lesley, interpretou as palavras de Cohen Ashkenazi como sarcásticas e irónicas, elogiando o filho de Isaac para, na realidade, afirmar que Yehudah se tinha dedicado a estudos pouco sérios. Ashkenazi foi o discípulo do mestre, filósofo e médico, também de Heraclião, Elias del Medigo (1458 ca-1493 ca) e de facto foi a ele que de Medigo dirigiu a sua obra mais conhecida, a Behinat ha-dat(Exame da religião) composto em 1490. A carta revela, por sua vez, duas concepções profundamente diferentes da relação entre a revelação e a filosofia que se disputavam no seio do pensamento Judaico nos finais do século XV, um debate que teve como cenário Itália, que foi, depois das expulsões da Península Ibérica de 1492 e 1496, um lugar de encontro para o Judaísmo sefardita, ashkenazita e italiano. Por uma parte havia os partidários de Averroes (1126-1198) como del Medigo, geralmente ligados ao Judaísmo ashkenazita e italiano, que achavam que a razão e a fé eram duas vias distintas para atingir a verdade, e outros que achavam que a razão poderia ser usada para explicar a fé e que o discurso alegórico tinha um valor racional que podia explicar a fé e as Sagradas Escrituras.

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Jacob de Castro Sarmento e a sua fuga para Londres em 1721
DIAS, José Pedro Sousa
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 53-61.
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Jesuitas y cristianos nuevos portugueses en el siglo XVII. El Padre Hernando de Salazar y sus proyectos de repatriación
PULIDO SERRANO, Juan Ignacio
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 9, 2009, pp. 35-74
+Resumo
No sin escándalo, un jesuita era nombrado consejero de la Suprema Inquisición en 1632. Su nombre, Fernando Chirino de Salazar.
Tenía entonces 55 años de edad y era uno de los religiosos más influyentes en la corte de Felipe IV. Su oficio de confesor del valido del rey, el conde duque de Olivares, lo explica.

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João de Barros e Diogo de Sá no palco literário da polémica anti-judaica. O debate entre cristianismo e judaísmo no Diálogo Evangélico e na Inquisição e Segredos da Fé
GOMES, Ana Cristina da Costa
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 61-85
+Resumo
Ontem, como hoje, o diálogo inter-religioso nem sempre foi fácil. Nem sempre foi fácil essa conversação, idealmente marcada pela entrega ao “outro”, que professa “outra” crença, nas suas convicções e fragilidades, tendo assumido esta, a maior parte das vezes, as formas extremas de conflito, intolerância, agressividade ou, no campo teórico, de polémica, ainda que esta, em alguns casos, se tenha caracterizado por um nítido fundo apologético e pedagógico. E os que não têm crença sempre ficaram de fora…

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Johan da Costa, o sefardita da Côrte de Pedro o Grande, o Primeiro Judeu na Finlândia.
HARVIAINEN, Tapani
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº2, Lisboa, 2002, pp.77 - 80.
Pedro, o Grande; Finlândia; João da Costa
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JOSÉ PENSO E L’ACCADEMIA SEFARDITA ‘‘DE LOS SITIBUNDOS’’ DI LIVORNO NELLA DIFFUSIONE DI UN GENERE ORATORIO FRA ITALIA E SPAGNA: TRADUZIONE E IMITAZIONE NELLE IDEAS POSIBLES (1692)
NIDER, Valentina
STUDI SECENTESCHI, Vol. LI - 2010, pp. 153-197.
José Penso; Livorno; Academias; Oratória
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Judaísmo e Identidade Marrana
GARCIA, Maria Antonieta
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 35-53.
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Judeu [?]. Casa Judaica / "Casa do Gato Preto". Trancoso
SANTOS, Carla Alexandra (CMT); ANDRADE, Carlos (CMT); PEREIRA, João (TEGEC);
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
Trancoso; Património; Habitações; Simbologia; Judeu
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
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Judeus e Cristãos-Novos: os que chegam, os que partem e os que regressam
BRAGA, Isabel Drumond
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 9-28
(PDF formato pdf, 186 KB)

Judeus e Muçulmanos na Petite Côte senegalesa do início do século XVII: iconoclastia anti-católica, aproximação religiosa, parceria comercial
HORTA, José da Silva; MARK, Peter
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 29-51.
(PDF formato pdf, 312 KB)

Judeus em Angola - séculos XIX-XX
FREUDENTHAL, Aida
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º4, 2004, pp. 243-268.
(PDF formato pdf, 221 KB)

King Manuel I and the expulsion of the Castilian "Conversos" and Muslims from Portugal in 1497: new perspectives
SOYER, François
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, 2008, pp. 33-62
+Resumo
No dia 5 de Dezembro de 1496, o rei D. Manuel I de Portugal (1495-1521) ordenou a todos os judeus e muçulmanos residentes no reino, que saíssem antes do final de Outubro do mesmo ano. Apesar do decreto de expulsão, os judeus portugueses, tal como hoje se sabe, foram todos obrigados a converter-se ao Cristianismo. O significado histórico deste evento não pode ser menosprezado. De uma assentada, Portugal tornou-se no "primeiro" reino cristão desde o período visigótico (507-711 d.C) a converter de um modo forçado, "en masse", a sua população judaica. Ao mesmo tempo, também foi o "primeiro" reino cristão a expulsar a sua população "en bloc".

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La Diaspora Sepharade des Balkans
BENBASSA, Esther
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº2, Lisboa, 2002, pp. 81 - 91.
Balcans; Memória; Identidade sefardita
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La identificación de la honra en la semántica de los contrarios: Noble vs judío en Juan Benito Guardiola y su Tratado de nobleza de 1591
GUILLÉN BERRENDERO, José Antonio;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, 2008, pp. 389-422
+Resumo
Em 1875 escrevia o célebre Amador de los Ríos a sua obra reconhecida, "Los judíos de España y Portugal". No primeiro dos seus três volumes, encontramos uma defesa do valor dos judeus em todas as suas dimensões.
Apelando ao permanente valor e à constante ânsia de "serem úteis" aos soberanos católicos, participaram de esse esforço comum que na opinião do autor representou a Reconquista.

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La Inquisición de Valladolid y los judaizantes portugueses durante el siglo XVIII: balance de una intensa represión
PRADO MOURA, Ángel de
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº2, Lisboa, 2002, pp.9 - 24.
Inquisição; Valladolid
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La profecía de Abdías y el mundo converso
GIL, Juan
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 37-60
+Resumo
A profecia incita ao arrependimento e à contrição, mas assim mesmo dá oferece consolo e esperança a um povo atribulado. Sem o apoio dos vaticínios do Antigo Testamento e das revelações posteriores, tanto o Judaísmo como o Cristianismo não seriam concebíveis.

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La séduction entre dissimulation et(dé)voilement dans Menina e Moça, de Bernardim Ribeiro
PEREIRA, João Carlos Vitorino
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, 2008, pp. 169-216
+Resumo
Menina e moça, obra híbrida que se insere no romance de cavalaria, no romance pastoral e no romance sentimental, todos ao mesmo tempo, encobre bem os seguintes aspectos: dissimulação e mistério trabalham em efeito este texto de Bernardim Ribeiro considerado por Agustina Bessa-Luís como "uma obra genial de dissimulação".

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Lápide granítica mandada.......
LOPES, Paulo
Imagem de 2009
Carção; Lápide;
Imagem de 2009
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Leão de Judá. Casa Judaica / "Casa do Gato Preto". Trancoso
SANTOS, Carla Alexandra (CMT); ANDRADE, Carlos (CMT); PEREIRA, João (TEGEC);
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
Trancoso; Património; Habitações; Simbologia; Leão; Leão de Judá
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
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Lisboa – o massacre de 1506: Reflexões em torno de um edifício de intolerância
PINTO, Paulo Mendes; MATEUS, Susana Bastos
Revista Portuguesa de Filosofia, 2006.
Massacre de Lisboa; Intolerância; Perseguições religiosas
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Lisboa-Livorno: uma rota de fuga de marranos portugueses
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães; Maria Ferraz Correia
Terra Quente, 1 Janeiro 2012
Inquisição Cristãos-novos Fugas Lisboa Livorno
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Los Fueros de Sepúlveda. 72 - De cómo demande el christiano al iudío.
SÁEZ, Emilio (Ed.)
Los Fueros de Sepúlveda. Edición crítica y apéndice documental por Emilio Sáez, Segovia, Editorial Gómez – Pamplona, 1953, p. 90.
Fuero; Sepúlveda; Justiça; Dívidas; Testemunhas;
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Los Fueros de Sepúlveda: [Título 72 a].
SÁEZ, Emilio (Ed.)
Los Fueros de Sepúlveda. Edición crítica y apéndice documental por Emilio Sáez, Segovia, Editorial Gómez – Pamplona, 1953, pp. 90 – 91.
Fuero; Sepúlveda; Sociedade; Tributos;
(PDF formato pdf, 87 KB)

Los Fueros de Sepúlveda: 215 - De christiana que c[ri]are fijo de moro o de iudío.
SÁEZ, Emilio (Ed.)
Los Fueros de Sepúlveda. Edición crítica y apéndice documental por Emilio Sáez, Segovia, Editorial Gómez – Pamplona, 1953, p. 134.
Fuero; Sepúlveda; Sociedade; Justiça; Educação;
(PDF formato pdf, 86 KB)

Los Fueros de Sepúlveda: 238 - Que iudío nin iudía que non co[m]pren carne.
SÁEZ, Emilio (Ed.)
Los Fueros de Sepúlveda. Edición crítica y apéndice documental por Emilio Sáez, Segovia, Editorial Gómez – Pamplona, 1953, p. 147.
Fuero; Sepúlveda; Comércio; Mulher;
(PDF formato pdf, 86 KB)

Los Fueros de Sepúlveda: 71 - Del iudío que con christiana fallaren.
SÁEZ, Emilio (Ed.)
Los Fueros de Sepúlveda. Edición crítica y apéndice documental por Emilio Sáez, Segovia, Editorial Gómez – Pamplona, 1953, p. 90.
Fuero; Sepúlveda; Justiça; Provas;
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Macau, porto seguro para os cristãos-novos? Problemas e métodos sobre a periferia da Inquisição de Goa
LOURENÇO, Miguel Rodrigues;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 451-500
+Resumo
Tema tradicionalmente polémico, o âmbito da actuação do Santo Ofício tendeu a suscitar debates acesos e leituras divergentes entre os autores que se propuseram problematizar a função social e ideológica da instituição. Entre os tribunais portugueses, a Inquisição de Goa assumiu notoriedade quanto à sua violência repressiva, estimulando, desde o século XVII, uma precoce literatura crítica em torno da sua actividade. Inversamente, o caso de Macau chama a atenção, não só pela circunstância de ter gerado um entendimento consensual entre os autores que abordaram a questão, como pela marcante disparidade entre a percepção do que fora a realidade da intervenção do Santo Ofício na cidade e o perfil do tribunal.
Território sujeito à jurisdição de Goa, Macau teria permanecido como um espaço imune ou praticamente imune, à actuação da Inquisição.

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Manuel da Silveira, mercador de sedas, com loja aberta na Rua Nova em Lisboa
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães; Maria Ferraz Correia
Terra Quente, 15 Janeiro 2012
Inquisição Cristãos-novos Lisboa
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Marranos da Rua da Costanilha em Miranda do Douro
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda; Correia, Maria Ferraz
Terra Quente, 15 Julho 2012
Inquisição Cristãos-novos Miranda do Douro
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Marranos em Trás-os-Montes, Judeus Novos na Diáspora. O caso de Sambade
ANDRADE, António J.; GUIMARÃES, Maria Fernanda;
Terra Quente, 19 Março 2013
Cristãos-novos Inquisição Sambade Diáspora
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Marranos em Vinhais: a visitação do inquisidor Jerónimo de Sousa em 1582
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda; Correia, Maria Ferraz
Terra Quente, 15 Abril 2012
Inquisição Cristãos-novos Vinhais Jerónimo de Sousa
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Marriage contract between Alfonso Vaz and Aurelia de Peres / Contrato matrimonial entre Alfonso Vaz e Aurélia Peres

Notari dell'A.C. 1110 fol. 220 r.
marriage contract, Alfonso Vaz, Aurelia de Peres
Notari dell'A.C. 1110 fol. 220 r.
+Resumo
A marriage contract between Alfonso Vaz, a New Christian and trained lawyer from Evora and Aurelia de Peres in Rome, dated April 15, 1540.

Contrato matrimonial entre Alfonso Vaz, um cristão-novo e advogado de Évora e Aurélia de Peres em Roma, datado de 15 de Abril de 1540.

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Médico Judeu, século XVI. Ilustração de "Voyages", fl. 170
NICOLAY, Nicolas de
Império Otomano; Medicina; Grácia Nasci; Joseph Nasci

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Memória - Ideologia - Imagens: os sefarditas na historiografia portuguesa recente
PINTO, Paulo Mendes
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 205-221.
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MEMÓRIA E RELIGIOSIDADE MARRANA NA BAHIA COLONIAL
SEVERS, Susana
ANAIS DO II ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL. Mneme – Revista de Humanidades. UFRN. Caicó (RN), v. 9. n. 24, Set/out. 2008. ISSN 1518-3394
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Memória, alimentação e resistência: práticas alimentares e sobrevivência criptojudaica no Brasil colonial
ASSIS, Angelo Adriano Faria de
Anais da ANPUH ES 2004. Vitória, UFES.
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Menorah na Rua da Estrela. Trancoso
SANTOS, Carla Alexandra (CMT); ANDRADE, Carlos (CMT); PEREIRA, João (TEGEC)
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
Trancoso; Património; Simbologoia; Menorah
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
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Menorah. Habitação em Torre de Terrenho, na Rua da Carreira. Trancoso
SANTOS, Carla Alexandra (CMT); ANDRADE, Carlos (CMT); PEREIRA, João (TEGEC)
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
Trancoso; Património; Habitações; Simbologia; Hanukah; Menorah; Rua da Carreira; Torre do Terrenho
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
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Mercador de Ragusa, século XVI. Ilustração de "Voyages", fl. 259
NICOLAY, Nicolas de
Ragusa; Império Otomano; Grácia Nasci; Joseph Nasci

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Messianic Expectations and Portuguese Geographical Discoveries: Yohanan Alemanno’s Renaissance curiosity
LELLI, Fabrizio
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 7, 2007, pp. 163-184.
Descobrimentos Portugueses; Messianismo; Yohanan Alemanno
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Mestre João de Paz e Maestre Juan Faraz. Um Reflexo de Dois Espelhos com a mesma Face
VALENTIM, Carlos Manuel
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 9, 2009, pp. 181-222
+Resumo
A historiografia portuguesa ainda carece de uma obra, de um estudo de fundo, de uma investigação sistemática, que problematize, que aborde e estude de forma crítica e sustentada o papel social, no tocante aos aspectos económicos e financeiros, culturais, técnicos e científicos, de judeus e cristãos-novos nos Descobrimentos e na Expansão portuguesa nos séculos XV e XVI. Quais foram os seus contributos? Que papel tiveram as judiarias na organização e “exportação”, para o resto da sociedade, de um saber técnico que lhes era familiar? E, após as conversões em massa dos judeus em finais do século XV, por vontade própria ou coercivamente, que papel ficou reservado aos cristãos-novos nas navegações portuguesas? Como era produzido esse saber? De que forma aproveitou o poder e as elites sociais essa sabedoria técnica e letrada?
Eis algumas questões que continuam em suspenso, e que espelham de certa forma o muito pouco que ainda se sabe sobre a presença de judeus e cristãos-novos na sociedade portuguesa ao longo dos séculos XV e XVI, apesar do grande esforço de renovação historiográfica a que temos assistido na última década.
O estudo que se segue tem como objecto de análise duas figuras sefarditas que estiveram ligadas às navegações portuguesas. Duas personagens que se cruzem e se fundem, que se entrelaçam e intersectam, mais parecendo em muitos momentos uma «só», porque afinal o reflexo que emitem, é um «só» – o contributo sefardita para a abertura planetária.

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Metamorfoses da fé: gênero, práticas culturais e resistência religiosa nol Brasil colonial
ASSIS, Angelo Adriano Faria de
Atas do Colóquio Intelectuais, cutura e política no mundo ibero-americano. In: Revista Intellèctus. Ano V, Volume II
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Moças, Cristãs-novas e Hereges nas malhas da Inquisição Portuguesa
MONTEIRO, Alex Silva;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, 2008, pp. 129-158
+Resumo
Este trabalho visa expor um grupo de moças com idades que variavam de 11 a 30 anos, cristãs-novas da cidade de Leiria que foram processadas por criptojudaísmo pela Inquisição lisboeta no século XVII. O trabalho desenvolve-se primeiramente na caracterização do grupo como uma célula herética em meio ao criptojudaísmo dos seiscentos. Compreendendo-o como uma nova forma de resistência das práticas judaicas em meio à perseguição inquisitorial, bem como um exemplo do novo papel assumido pela mulher na comunidade dos descendentes de judeus. Em seguida, analisamos o caso de Leonor de Fontes, que tem por peculiaridade ter sido presa pelo familiar do Santo Ofício quando ainda era de 11 ando de idade. Através do seu processo buscamos compreender o trato da Inquisição com réus menores de idade.

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Mysterios da Inquisição [Visual gráfico]
MACEDO, Manuel de [?] (1839-1915); ;
[?ilustração], [entre 1900 e 1904]. - 1 desenho : tinta-da-china e aguarela ; 32x25 cm
Inquisição; Ilustração séc. XX.
[?ilustração], [entre 1900 e 1904]. - 1 desenho : tinta-da-china e aguarela ; 32x25 cm
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Nação Portuguesa - Natie van Portugal
CALAZANS, José Carlos
Janeiro de 2001
Antuérpia; Nação Portuguesa
Janeiro de 2001
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No mercado do açúcar do Brasil: a teia empresarial dos Gomes Bravo
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 15 Fevereiro 2013
Inquisição Cristãos-Novos Açúcar Brasil Bravo
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Nómina-amuleto de Fernão Brandão

Barcarrota; Francisco de Peñaranda; Fernão Brandão; Évora; Amuleto

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O ATO DE CONFESSAR: CONFISSÕES DE UMA FAMÍLIA CRISTÃ-NOVA NO BRASIL COLONIAL DO SÉCULO XVI. (1591-1595)
SILVA, Emãnuel Luiz Souza e
ANAIS DO II ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL. Mneme – Revista de Humanidades. UFRN. Caicó (RN), v. 9. n. 24, Set/out. 2008. ISSN 1518-3394. Disponível em www.cerescaico.ufrn.br/mneme/anais
Inquisição; Brasil Colonial; Cristãos novos; Confissões.
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O Canal da Giudeca, Veneza [século XVIII] [Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian]
GUARDI, Francesco
Veneza; Grácia Nasci

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O judeu nas cantigas de Santa Maria: uma análise comparativa
CORREIA, Ângela
Cadernos de Estudos Sefarditas, Vol. 6, 2006, pp. 77-99.
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O Livro das Confissões da Bahia e suas possibilidades de pesquisa: uma análise das narrativas dos cristãos-novos (1591-1592)
SILVA, Lucas Maximiliano da.
IX Encontro Estadual de História da ANPUH - Rio Grande do Sul BRASIL.
Brasil Colônia – Inquisição – cristão-novo
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O Mais Antigo Vestígio Judaico na Península Ibérica
CRAVINHO, Graça
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º4, 2004, pp. 233-242.
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O Medievo Português em tempos de livre crença: relações entre judeus e cristãos em Portugal antes do monopólio católico iniciado em 1497.
ASSIS, Angelo Adriano Faria de
Revista Eletrônica de História Antiga e Medieval. Disponível em: http://www.revistamirabilia.com/Numeros/Num3/artigos/art11.htm
Judeus, Medievo Português, Liberdade de Crença.
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O processo da Inquisição de Lisboa contra Duarte Gomes alias Salomão Usque: móveis, têxteis e livros na reconstituição da casa de um humanista (1542-1544). Em torno da guarda-roupa, livraria e mantearia do rei
CRESPO, Hugo Miguel;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 587-688
+Resumo
O texto que ora se apresenta constitui a edição integral do processo – ou antes, do feito-crime da Justiça – da Inquisição de Lisboa do Tribunal do Santo Ofício, contra "hũu homem Ruyuo alto de Corpo e de bom Rosto", o humanista Duarte Gomes (1510-ca.1575) alias David Zaboca, seu nome judaico, mas mais conhecido pelo pseudónimo literário Salomon Usque Hebreo ou Salusque Lusitano.

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O processo de Branca Pires, presa em Chacim em 1563, por ordem do provisor de Miranda do Douro
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 1 Maio 2013
Cristãos-Novos Inquisição Chacim Miranda do Douro
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O processo de Esmeralda Rodrigues, marrana de S. João da Pesqueira, presa em 1565
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 1 Julho 2013
Cristãos-Novos Inquisição S. João da Pesqueira
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O processo de nobilitação dos Ximenes na Toscana
FISCHER, Lucia Frattarelli;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 269-280
+Resumo
No seu grande fresco do Mediterrâneo no tempo de Filipe II, Fernand Braudel dedica uma página aos cristãos-novos portadores da “immensa infiltrazione del capitalismo nordico, atlantico, internazionale domiciliato ad amsterdam, nel Mare Nostrum”. Entre os protagonistas deste arco cronológico Braudel recorda “alcuni ricchi marrani portoghesi”: os Ximenes de Lisboa e de antuérpia e os seus sócios, os Andrade e os Veiga, que organizaram o fornecimento de trigo para o grão-duque da toscana na década de 1590.
Já em 1589 os Ximenes tinham enviado especiarias a Baldassar Suarez, um castelhano residente em Florença, e seguidamente a Antonio Gutierez, um português estabelecido em Pisa, em relação com outros mercadores seus compatriotas, como Manuel da costa.
As fontes do Archivo Provincial de Valladolid citadas por Braudel encontram uma ampla correspondência nos documentos dos arquivos toscanos. A chegada do trigo do Norte nos anos da grande carestia de 1590-92 abriu a porta do Mediterrâneo aos navios holandeses, que traziam os cereais adquiridos em Danzig pelos emissários toscanos como Neri, Giraldi e os Ximenes, e favoreceu o nascimento da cidade de Livorno e a descolagem do seu porto.

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O que tem de judaico a Menina e Moça?
SALOMON, Herman Prins
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º4, 2004, pp. 185-223.
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O Santo Ofício no xeque-mate aos cristãos novos (século XVII)
MEA, Elvira Cunha de Azevedo
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, 2008, pp. 9-32
+Resumo
O presente trabalho tem como principais objectivos não só apresentar resultados da prossecução da nossa pesquisa sobre o funcionamento do Santo Ofício como, e especialmente, salientar o cuidado a ter com generalizações que a todo o momento se fazem, mas que nada significam.

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O segredo judaico de Montaigne(A questão da sua origem marrana e as fontes portuguesas dos seus Ensaios no tocante às perseguições dos Judeus em Portugal)
MEDINA, João
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 9, 2009, pp. 9-34
+Resumo
Michel eychem (ou Eyquem), senhor de Montaigne (1533-1592), nascido no palacete (château) de Montaigne, na aldeia de Saint-Michel de Montaigne (inicialmente chamara-se Saint-Michel de Bonnefare), numa região onde confluíam os países da Alta Aquitânia, o Bordelais e o Périgord, mais os rios Dordonha e Garona, falando gascão quando garoto, ao mesmo tempo que o latim, única língua na qual se podia dirigir ao pai, descendia, pelo lado varonil, de ilustres e prósperos comerciantes e proprietários. Nessa estirpe de ricos negociantes que se tinham enriquecido e, por fim, nobilitado, passando progressivamente para funções municipais da Gironda e até na vida eclesiástica, o seu pai Pierre seria um dos raros membros do clã Montaigne que optara pela carreira das armas, fazendo campanhas na Itália, sem nunca perder, todavia, o gosto pelas línguas estrangeiras e pela latinidade, já que dominava o italiano e o espanhol, além de que cultivava as letras como típico nobre culto dos tempos da Renascença de Francisco I.

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O testamento de Marquesa Henriques (Mogadouro) feito em Londres em 1677
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 15 Dezembro 2012
Inquisição Cristãos-novos Mogadouro Londres
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O testamento de Pantaleão Rodrigues Mogadouro feito em Londres em 1704
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 1 Janeiro 2013
Cristãos-Novos Inquisição Lisboa Londres Pantaleão Rodrigues Mogadouro
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O Zangão e o Mel. Uma metáfora sobre a diáspora sefardita e a formação das elites financeiras na Europa (séculos XV a XVII)
ALMEIDA, A. A. Marques de
Oceanos, Lisboa, CNPCDP, n.º 29, pp. 25/35
inovação financeira; praças de câmbios
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Ordenações Afonsinas. Título LXXXXVII - Se o chrisptaão fez obligaçom ao Judeu por dinheiro, possa dizer, passados dous annos, que as nom recebeo.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 525 – 527.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Empréstimos; Usura; Onzena;
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Ordenações Afonsinas: LXXV - De como os Judeos nom ham de levar armas quando forem a receber ElRey, ou fazer outros jogos.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 451 – 455.
Ordenações; Afonsinas; Comunas; Armas; Jogos;
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Ordenações Afonsinas: Título LXVI - Que o judeu nom tenha mancebo Chrisptão por soldada, nem a bem fazer.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 421 – 423.
Ordenações; Afonsinas; Rei Dom Duarte; Relações Laborais; Economia; Mancebos;
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Ordenações Afonsinas: Título LXVII - Que os judeus nom entrem em casa das Chrisptaãs, nem as Chrisptaãs em casa dos Judeos.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 423 – 427.
Ordenações; Afonsinas; D. Duarte; Relações sociais; Economia; Comércio;
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Ordenações Afonsinas: Título LXVIII - Que os Judeus nom arrendem Igrejas, Moesteiros, nem as rendas delles.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 427 – 429.
Ordenações; Afonsinas; Rendas; Bens eclesiásticos;
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Ordenações Afonsinas: Título LXVIIII - Que os Judeos nom sejam escusados de pagar Portage, nem avudos por vizinhos em alguã Villa, ainda que hi morem longamente.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 429 – 430.
Ordenações; Afonsinas; Rei Dom Duarte; Tributos; Portagens;
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Ordenações Afonsinas: Título LXX - Que os Judeos nom gouvam do privilegio, e beneficio da Ley da Avoenga.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 430 – 432.
Ordenações; Afonsinas; Dom Duarte; Lei de Avoenga;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXI - Que os Arrabys das Comunas guardem em seus Julgados os seus direitos, e custumes.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 432– 433.
Ordenações; Afonsinas; Comunas;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXII - De como os Judeos que se tornaõ Chrisptaõs, ham de dar Carta de quitaçom aas molheres, que ficaõ Judias, passado hum anno.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 434 – 435.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Conversão religiosa; Mulher;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXIII - De como ham de seer feitos os contrautos antre os chrisptãos, e os Judeus.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 436 – 444.
Ordenações; Afonsinas; D.Pedro; Contratos;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXIIII - De como as Comunas dos Judeos ham de pagar o Serviço Real.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 445 – 451.
Ordenações; Afonsinas; Comunas; Mulher; Tributos;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXVI - De como os Judeos ham de viver em Judarias apartadamente.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 455 – 456.
Ordenações; Afonsinas; Judiarias; Segregação;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXVII - Qur os Judeos nom sejam presos por dizerem contra elles, que se tornaam Chrisptaaõs em Castela, salvo seendo delles querellado

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 457 – 461.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Conversão religiosa; Comunas; Mulher;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXVIII - Da forma, em que ha de seer feita a doaçom, que ElRey fezer dos bens d'algum Judeo, por comprar ouro, prata, ou moedas.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp.461 – 464.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Comércio; Mercadorias defesas;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXX - Das penas, que averam os Judeos, se forem achados fora da Judaria despois do sino d'Ooraçom.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp.471 – 476.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Penas;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXI - Da pena, que averá o que chama tornadiço ao que foi Infiel, e se tornou christaão

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro V, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, p.297.
Ordenações; Afonsinas; D.Dinis; Justiça; Tornadiços;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXI - De como o Arraby Moor dos Judeos, e os outros Arrabys devem d'husar de suas Jurdiçoões.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 476 – 491.
Ordenações; Afonsinas; Justiça;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXII - Qus os Judeos nom sejam presos por dizerem contra elles, que fizerom moeda falsa, ou comprarom ouro, ou prata, salvo seendo primeiro delles querellado.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 491 – 494.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Comunas; Lisboa;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXIIII - Que o Judeo possa demandar sua divida ao Chrisptaão, posto que sejam passados vinte anos, nom embargante a Ley antes feita en contrairo.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, p.497
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Dívidas;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXVIII - Que nom valha testemunho de Chrisptaaõ contra Judeo sem testemunho de Judeu, e o Juiz valha contra elles no que se passar perante elle.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 502 – 506.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Testemunhas;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXVIII - Que nom valha testemunho de Chrisptaaõ contra Judeu sem testemunho de Judeu, e o Juiz valha contra elles no que se passar perante elle.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 502 – 506.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Testemunhas;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXX - Que o Judeu ao Sabado nom seja costrangido responder em Juízo.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 508 – 509.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Comunas;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXX - Que o Judeo ao Sabado nom seja costrangido responder em Juízo.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 508 – 509.
Ordenações; Afonsinas; Justiça;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXXI - Do Judeo, que bebe na taverna.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 509 – 510.
Ordenações; Afonsinas; Sociedade;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXXI - Do Judeo, que bebe na taverna.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 509 – 510.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Sociedade;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXXII - Se for contenda antre Chrisptaaõ, e Judeo, a quem pertencerá o conhecimento della.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 510 – 512.
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Pleitos;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXXIII - De como os Tabelliaães dos Judeos haõ de fazer suas Escripturas.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 513 – 514.
Ordenações; Afonsinas; Comunas; Tabeliães;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXXIIII - Que nom façam tornar nenhum Judeo Chrisptaaõ contra sua vontade.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 514 – 520.
Ordenações; Afonsinas; D. João I; Conversão religiosa;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXXV - Do Judeu, que se torna Chrisptaão; e depois se torna Judeu.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 520 – 521.
Ordenações; Afonsinas; Conversão religiosa;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXXVI - Que nenhum Judeu nom faça contrauto onzeneiro com Chrisptaõ, nem com outro Judeu.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 521 – 525.
Ordenações; Afonsinas; Usura; Onzena; Contratos;
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Ordenações Afonsinas: Título LXXXXVIII - Que as pagas, e entregas pelos Chrisptaãos, e Judeos, se possam fazer sem presença do Juiz.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro II, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 527– 529
Ordenações; Afonsinas; Justiça; Usura; Onzena; Contratos;
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Ordenações Afonsinas: Título XXV - Do JUdeu, ou Mouro, que dorme com alguã Chrisptaã, ou do Chrisptaão, que dorme com alguã Moura, ou Judia.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro V, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, pp. 94 – 95.
Ordenações; Afonsinas; Sociedade; Justiça;
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Ordenações Afonsinas: Título XXVI - Do Judeu, ou Mouro, que anda em avito de Chrisptaão, nomeando - se por Chrisptaão.

Ordenações Afonsinas. Nota de apresentação de Mário Júlio de Almeida Costa, Livro V, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1984, p.96.
Ordenações; Afonsinas; Justiça;
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Ordenações del-Rei Dom Duarte: Capitollo .bij. como podem deitar as molheres de testemunhas E nom podem sseer enqueredores.

Ordenações del Rei Dom Duarte. Edição preparada por Martim de Albuquerque e Eduardo Borges Nunes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1988, pp.126 – 127.
Ordenações; D. Afonso III; Inquiridor; Mordomo; Alcaide;
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Ordenações del-Rei Dom Duarte: Como Ell rrey manda que ualha o testemunho dos cristãoos por os Judeus.

Ordenações del Rei Dom Duarte. Edição preparada por Martim de Albuquerque e Eduardo Borges Nunes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1988, p.176.
Ordenações; D. Dinis; Justiça; Dívidas; Testemunhas;
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Ordenações del-Rei Dom Duarte: Constituçom .xiij. comos os Judeus E os cristaãos podem testemunhas.

Ordenações del Rei Dom Duarte. Edição preparada por Martim de Albuquerque e Eduardo Borges Nunes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1988, p.131.
Ordenações; D.Afonso III; Justiça; Testemunhas;
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Ordenações del-Rei Dom Duarte: Constituçom lxxxbiijº como a pena deue creçer.

Ordenações del Rei Dom Duarte. Edição preparada por Martim de Albuquerque e Eduardo Borges Nunes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1988, p.104.
Ordenações; D. Afonso III; Empréstimos; Usura;
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Ordenações del-Rei Dom Duarte: xxij artigoo agrauan – sse dos Judeus que onzenam

Ordenações del Rei Dom Duarte. Edição preparada por Martim de Albuquerque e Eduardo Borges Nunes, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1988, p.410.
Ordenações; D. Afonso IV; Empréstimos; Usura; Onzena;
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Ordenamiento de las Tafurerías que fue hecho en la Era de Mille Trescientos e Quatorse Años por el Rey Don Alfonso X Que non empresten dineros sobre cuerpo de cristiano, ni de moro, ni de judío. Ley XXIV

Opúsculos Legales del Rey Don Alfonso El Sabio publicados y cotejados con varios códices antiguos por La Real Academia de la Historia. El Fuero Real, Las Leyes de los Adelantados Mayores, Las Nuevas y el Ordenamiento de las Tafurerías; y por apénd
Ordenamiento; Tafurerías; Jogo; Empréstimos; Penhoras;
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Ordenamiento de las Tafurerías que fue hecho en la Era de Mille Trescientos e Quatorse años por el REy Don Alfonso X. De los que jugaren dineros fechos con otros peños, e el que tiene los dineros, si ganare los peños, como han de facer. Ley XX.

Opúsculos Legales del Rey Don Alfonso El Sabio publicados y cotejados con varios códices antiguos por La Real Academia de la Historia. El Fuero Real, Las Leyes de los Adelantados Mayores, Las Nuevas y el Ordenamiento de las Tafurerías; y por apéndice Las
Ordenamiento; Tafurerías; Justiça; Jogo; Penhora;
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Os ‘rapporti’ entre Portugal e Itália de finais do século XV a finais do século XVI: uma introdução
LOWE, Kate
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 255-268
+Resumo
Portugal e Itália foram as áreas mais “avançadas” e dinâmicas na Europa nos inícios do século XVI, embora as suas forças fossem bastante diferentes. Ambas estavam a estabelecer-se de formas que iriam influenciar o mundo inteiro nos quinhentos anos seguintes: Portugal pelas suas viagens de “descobertas” e Itália pela sua reelaboração da tradição clássica e renascimento das artes. Assim em 1500, Portugal é simultaneamente o Portugal do Renascimento e um Portugal mais exótico, em parte real e em parte imaginário, no centro de um vasto império português e rede comercial, e Itália é, ao mesmo tempo a Itália contemporânea do Renascimento e a Itália do passado clássico. Tanto Portugal como Itália tinham orgulho na sua história e na sua herança e ambos estavam a viver a sua “Idade de Ouro”. A sua noção dos seus passados, presentes e futuros eram diferentes, mas eram provavelmente mais interligadas do que algum reconheceria na época. Portugal, tal como Itália, tinha um passado romano, e Itália tal como Portugal iria sentir os efeitos da abertura ao mundo pelos navios portugueses. Cada um possuía coisas desejadas pelo outro e a troca era a base para uma boa relação. Os contemporâneos não teriam tido dificuldade com o facto de que estas coisas eram de natureza diferente, ou que as próprias circunstâncias mudavam com o tempo.

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Os Judeus na Hispânia na Antiguidade
RODRIGUES, Nuno Simões
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 9-34.
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Os judeus nas vilas da Guarda, Santarém, Évora e Beja, segundo os seus Costumes e Foros
TAVARES, Alice
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 9, 2009, pp. 121-148
+Resumo
Os judeus eram, na Península ibérica medieval, uma comunidade “diferenciada” com uma identidade e características próprias.
Distinguiam-se pela “sua prática religiosa, pela sua tradição cultural – ciosamente preservada –, enfim pelas suas vivências sociais, constituía um corpo à parte, quase paralelo e, por vezes, concorrencial, à estrutura social cristã.” À parte de os judeus serem considerados “propriedade régia”, dispunham de uma certa autonomia e de um estatuto jurídico específico nas sociedades municipais.
Os cristãos “tornadiços” são também um outro grupo contemplado nos costumes e foros, que lhes garantiam uma certa protecção, no sentido de os inserir no seio das comunidades municipais e de evitar atitudes de exclusão pela nova condição religiosa.
As vilas da Guarda, Santarém, Évora e Beja preocuparam-se em regulamentar as relações entre judeus e muçulmanos e a maioria cristã, através das suas normas costumeiras. Tratavam-se de normativas locais, consuetudinárias, nascidas da necessidade espontânea de auto-regulamentação das próprias populações. Mais tarde, teriam sido, paulatinamente, passadas a escrito, talvez a partir dos fins do século XII até aos inícios do século XiV. Estas funcionam como uma espécie de “códigos” que legislavam a vida da população nos domínios público e privado.
Os seus “códigos” costumeiros permitem-nos dar uma visão e conhecer ainda o estatuto jurídico-social, os privilégios, os comportamentos, as actividades e os modi vivendi da população judaica.


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Os Judeus nos Manuais Escolares
MARTINS, Jorge
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 223-255.
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Os sefarditas portugueses e a ciência do Renascimento. Ensaio sobre a Religião, Ciência & Utensilagem Mental.
PINTO, Paulo Mendes
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº2, Lisboa, 2002, pp. 141 - 153.
Ciência; Renascimento; Heranças da Antiguidade
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Os Senhores do Desterro de Portugal: Judeus Portugueses entre Veneza e Ferrara em meados do século XVI
ANDRADE, António Manuel Lopes
Veredas – Revista da Associação Internacional de Lusitanistas 6 (2006), pp. 65-108.
Itália; Veneza; Ferrara; Renascimento; Fugas
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Panorâmica de Lisboa, século XVI [Lisboa, Museu da Cidade]

Lisboa; Francisco Mendes Benveniste

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Papal brief of Julius III to Brianda Mendes of July 25, 1550 / Breve papal de Júlio III para Brianda Mendes, de 25 de Julho de 1550.
Julius III;
A.C. 6153 fol. 735 r/v
Brianda Mendes, papal brief, Antwerp, Venice
A.C. 6153 fol. 735 r/v
+Resumo
Pope Julius III responds favourably to Brianda Mendes’s request to have the body of Diogo Mendes, her deceased husband, disinterred from its current resting place in a Carmelite church in Antwerp and transferred for reburial in a chapel she had built in a church in Venice with an appropriate funeral. He insists that the matter be pursued without hinderance and designates Giovanni Battista Cicada (1510-1570) bishop of Albenga an Auditor of the Apostolic Chamber, Robert of Croy (1506-1556) bishop of Cambray and Charles of Croy (1507-1564) bishop of Tournay as the authoritie.

O papa Júlio III responde favoravelmente ao pedido de Brianda Mendes de ter o corpo de Diogo Mendes, seu defunto marido, desenterrado do seu local de sepultura numa igreja carmelita em Antuérpia e transferido para uma nova sepultura que ela construíra numa igreja em Veneza, com um funeral apropriado. Ele insiste que o caso seja tratado sem tardança e designa Giovanni Battista Cicada (1510-1570) bispo de Albenga e Auditor da Câmara Apostólica, Robert de Croy (1506-1556) bispo de Cambray e Charles de Croy (1507-1564) bispo de Tournay como autoridades.






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Documentos adicionais:

Papal Bull made out to Brianda Luna on July 25, 1550 / Bula papal para Brianda de Luna de 25 de Julho 1550
Pope Julius III;
ASR. Notari dell’AC busta 6153 fol. 735 r/v
Brianda de Luna, Venice, Antwerp.
ASR. Notari dell’AC busta 6153 fol. 735 r/v
+Resumo
Pope Julius III responds favourably to Brianda Mendes’s request to have the body of Diogo Mendes, her deceased husband, disinterred from its current resting place in a Carmelite church in Antwerp and transferred for reburial in a chapel she had built in a church in Venice with an appropriate funeral. He insists that the matter be pursued without hinderance and designates Giovanni Battista Cicada (1510-1570) bishop of Albenga an Auditor of the Apostolic Chamber, Robert of Croy (1506-1556) bishop of Cambray and Charles of Croy (1507-1564) bishop of Tournay as the authorities responsible for overseeing that she may carry it out freely.
O papa Júlio III responde favoravelmente ao pedido de Brianda mendes para ter o corpo de Diogo Mendes, o seu falecido marido, desenterrado do seu local de sepultura numa igreja carmelita em Antuérpia para ser transferido para uma nova sepultura numa capela que ela construiu numa igreja em Veneza, tendo também um funeral apropriado. Ele insiste que o assunto seja tratado sem demoras e designa para tal Giovanni Battista Cicada (1510-1570) bispo de Albenga e Auditor da Câmara Apostólica, Robert of Croy (1506-1556) bispo de Cambray e Charles de Croy (1507-1564) bispo de Tournay como autoridades responsáveis para certificar que ela pode livremente tratar deste assunto.

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Para uma biografia de Pedro Nunes: o surgimento de um matemático (1502-1542
LEITÃO, Henrique;
Cadernos de Estudos Sefarditas, Vol. 3, 2003, pp. 45-82
Pedro Nunes Matemática
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Percursos de Gaspar Lopes Pereira e Francisco Lopes Pereira, dois cristãos-novos de Mogadouro
GUIMARÃES, Maria Fernanda; ANDRADE, António Júlio
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 253-297.
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Perpétua Maria Rosa, a última prisioneira da Inquisição acusada de heresia judaica
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães; Maria Ferraz Correia
Terra Quente, 1 Junho 2012
Inquisição Cristãos-novos Vinhais
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Peste e heresia. A repressão inquisitorial no Algarve em finais de Quinhentos e o surto epidémico de 1580
VIEIRA, Carla da Costa
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 9, 2009, pp. 149-180
+Resumo
Quando, em 1585, o inquisidor Manuel Álvares Tavares visita o Algarve, depara-se com uma região onde a sombra da repressão inquisitorial ainda se encontrava distante. A “gente de nação” destacava-se como a seiva de uma economia vocacionada para o mercado, herdeira do papel sócio-económico que as comunidades judaicas haviam desempenhado, na época medieval, no Algarve, em particular nos núcleos urbanos de Silves, Loulé, Tavira e Faro e, já no século Xv, Lagos e Vila Nova de Portimão. Tal como os seus ancestrais, actuavam sobretudo na área do comércio e dos mesteres, representando o sector social no qual assentava a economia urbana.
Sintomático é o facto do recrudescer da pressão inquisitorial sobre as comunidades cristã-novas algarvias coincidir com um ponto de viragem na estrutura económica da região, rumo a uma crescente ruralização.

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Petroglifo cruciforme ladeado por duas figuras aladas
LOPES, Paulo
Imagem de 2009
Carção; Símbolos sefarditas
Imagem de 2009
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Poço do Mestre [local de ensino do Rabi?]. Trancoso
SANTOS, Carla Alexandra (CMT); ANDRADE, Carlos (CMT); PEREIRA, João (TEGEC);
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
Trancoso; Património; Habitações; Simbologia; Ensino; Poço; Mestre; Rabi
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
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Portas de Jerusalém. Casa Judaica / "Casa do Gato Preto". Trancoso
SANTOS, Carla Alexandra (CMT); ANDRADE, Carlos (CMT); PEREIRA, João (TEGEC);
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
Trancoso; Património; Habitações; Simbologia; Jerusalém; Portas de Jerusalém
Imagem gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Trancoso. Julho de 2010.
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Portugal meets Italy: the Sephardic Communities of the Diaspora on Italian Soil (1496-1600)
LEVI, Joseph Abraham
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 159-206.
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Portugal, a Flandres e os primórdios do capitalismo moderno
SIMÕES, Alberto Veiga
A. Veiga Simões, Estudos de História, Centro de História da UL, Lisboa, 2004, pp.32/66
Os Portugueses na Flandres; Capitalismo moderno; Capitalismo mercantil; Relações comerciais com Antuérpia(Anvers); Trocas comerciais com Bruges
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Portugueses Errantes
MARQUES, Susana Moreira
in Weekend, suplemento do Jornal de Negócios, 12 de Junho de 2009
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Possivel figuração de "Guardião do Templo" na ombreira de uma porta na Rua do Meio
LOPES, Paulo
Imagem de 2009
Carção; Símbologia judaica
Imagem de 2009
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Praça antiga de Carção
LOPES, Paulo
Imagem de Junho de 2009
Carção
Imagem de Junho de 2009
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Promissory note for four Portuguese men in Rome dated March 11, 1550 / Nota promissória para quatro portugueses em Roma, datada de 11 de Março de 1550.

Notari dell'A.C. 3796 fol 87 r-v.
Jacome da Fonseca, promissory note, Lamego,
Notari dell'A.C. 3796 fol 87 r-v.
+Resumo
The Roman-based bankers Tommaso Cavalcanti and Giovanni Giraldi agree to provide 200 ducats to four Portuguese men: Jacome da Fonseca, a New Christian from Lamego, António Lopes and António Farto, both knight of Saint James of the Sword and a cleric, Diogo Reimão, on March 11, 1550.
Os banqueiros estabelecidos em Roma Tommaso Cavalcanti e Giovanni Giraldi concordaram em prover 200 ducados para quatro portugueses: Jácome da Fonseca, um cristão-novo de Lamego, António Lopes e António Farto, os dois cavaleiros de Santiago de Espada e um clérigo, Diogo reimão, a 11 de Março de 1550.

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Documentos adicionais:

Reaberto o debate entre I. S. Révah e A. J. Saraiva sobre o criptojudaísmo peninsular?
SALOMON, Herman Prins
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 89-114.
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Renati Des Cartes Principiorum philosophiae pars I et II, more geometrico demonstratae [Princípio da Filosofia Cartesiana]
ESPINOSA, Bento (1632-1677)
1663
Filosofia; Ciência Moderna
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Rent of horse and carriage in Rome / Aluguer de cavalo e carruagem em Roma.

Notari dell'A.C. 1112 fol. 101 r-v.
Diogo António, Rome, cede
Notari dell'A.C. 1112 fol. 101 r-v.
+Resumo
Diogo António, a New Christian cleric from Coimbra and comendador of the order of Our Lady of Roncesvalles cedes the use of a horse and carriage in Rome to Antonio Bataiano, from Parma, on February 8, 1542 for 15 julios per month.
Diogo António, um clérigo cristão-novo de Coimbra e comendador da ordem de Nossa Senhora de Roncesvalles cede o usufruto de um cavalo e carruagem em Roma a Antonio Bataiano, de Parma, a 8 de Fevereiro de 1542, por 15 julios por mês.

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Documentos adicionais:

Request on the part of Manoel Henriques, a Portuguese Jew and resident of Ancona to have payment of debts deferred / Pedido de Manoel Henriques, um judeu português residente em Roma para que o pagamento das suas dívidas fosse adiado.

Notai dell'AC 6152 fols. 471 r-472 r
Ancona, Manoel Henriques, creditors
Notai dell'AC 6152 fols. 471 r-472 r
+Resumo
On April 3, 1550, Manoel Henriques, a Portuguese Jew and inhabitant of Ancona, petitions the pope to have payments of his debts delayed. He protests against the abuse suffered by his Jewish creditors, Ascer Brudo, Joseph Brudo and their mother.
A 3 de Abril de 1550, Manoel Henriques, um judeu português morador em Ancona, pede ao papa para atrasar o pagamento das suas dívidas. Protesta contra o abuso que sofria por parte dos seus credores judes, Ascer Brudo, Joseph Brudo e a sua mãe.


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Documentos adicionais:

Resistência e transgressão no Brasil: casos de resistência judaica
SILVA, Marco Antônio Nunes da
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 207-251.
(PDF formato pdf, 207 KB)

Rigor e interesses: os estatutos de limpeza de sangue em Portugal
OLIVAL, Fernanda
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º4, 2004, pp. 151-182.
(PDF formato pdf, 167 KB)


Rudimentos de sexologia no século XVI – o contributo de Amato Lusitano
RODRIGUES, Isilda Teixeira; ;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, Lisboa, 2008, pp. 85-102
+Resumo
João Rodrigues de Castelo Branco (1511-1568), que assinou as suas obras com o nome de Amato Lusitano, participou activamente no agitado do conhecimento europeu renascentista e deixou-nos o legado de uma alma inquieta, curiosa, ávida de saber e de aperfeiçoamento. Amato Lusitano foi uma das referências da Medicina europeia do seu tempo.
A sua terceira obra, as Sete Centúrias de Curas Medicinais, sobre a
qual iremos seguidamente fazer um estudo mais aprofundado, é uma colecção de observações valiosas de Cirurgia e Medicina. Cada Centúria, como se infere do nome, comporta 100 casos clínicos. Cada caso apresenta, numa primeira parte, a história clínica do doente e segue-se, numa segunda parte, Comentários, em que se invocam as autoridades médicas clássicas e modernas, o efeito dos medicamentos, as modificações nos tratamentos, bem como a comparação, ou crítica, de casos semelhantes descritos por outros.
Consultámos para este estudo a edição portuguesa das Centúrias, traduzidas por Firmino Crespo, professor de Latim e Português no ensino secundário de Portalegre e editada, apenas em 1980, numa publicação, em 4 volumes, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.
um dos aspectos mais interessantes desta obra refere-se ao foro das questões ligadas à sexualidade, que suscitaram a atenção de Amato, tendo uma representação considerável na totalidade dos casos clínicos.




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Sambade, 1640: uma operação de limpeza étnica
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães
Terra Quente, 1 e 15 Outubro 2011 e 1 Novembro 2011
Inquisição Cristãos-novos Sambade
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SelliRoth. Um caderno de orações apenso ao processo de Tomás Gomes
VIEIRA, Carla da Costa (ed.); GUIMARÃES, Maria Fernanda (ed.)
ANTT, Inquisição de Lisboa, proc. 11560, fls. 64-80v
Sellihoth, Orações, Tomás Gomes, Inquisição
+Resumo
Na noite de 17 de Setembro de 1645, Tomás Gomes, natural de Celorico da Beira mas residente em Lisboa, suscitou as suspeitas do alcaide Gonçalo Coelho quando foi visto a esconder algo no vão das escadas da sua casa. O alcaide recolheu o volume e viu que se tratava de um caderno. Tomás Gomes levantou ainda mais suspeitas quando arrebatou o caderno das mãos do alcaide e o guardou na algibeira, tentando rasgá-lo. Tomás acabou por ser preso e o caderno apreendido. Concluiu-se que a matéria respeitava à Inquisição e, dois dias depois, era dada ordem para que o suspeito fosse entregue nos cárceres inquisitoriais de Lisboa.
“[...] Hum quaderno de meo quarto escrito em letra de mão que tem hum titolo que diz / Selly Rot/ e em regra começa ordem de Selli Rot, e tem vinte folhas e acaba com as palavras fim do Selly Rot [...]” (fl. 24) – assim é descrito o manuscrito que Tomás Gomes tentara infrutiferamente ocultar ao alcaide. Chamadas duas “testemunhas peritas no Hebraico e na crença da Ley de Moyses” (uma delas Joseph de Lys, alias Isaac Tartas), concluiu-se que o livro continha “cerimonias della, e não se poderem referir a outra alguma ceyta ou crença” (Idem, fl. 29).
O caderno de Tomás Gomes era, portanto, a cópia manuscrita de um Selihot, conjunto de orações penitenciais recitadas entre as celebrações do Rosh Hashanah e do Quipur. Dado o seu interesse enquanto um dos raros testemunhos da circulação clandestina de liturgia judaica em Portugal no século XVII, apresentamos aqui a transcrição paleográfica do documento.



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Sentença da comuna judaica de Miranda do Douro (14-III-1496)
CRESPO, Hugo Miguel (Leitura e edição); GUIMARÃES, Maria Fernanda (Identificação)
Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Inquisição de Lisboa, Maço 1066, Processo 12770 [Diogo de Navarro], [documento apenso ao processo]
Comunas; Miranda do Douro
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Serrão Pimentel - 3 gerações de cosmógrafos-mores de Portugal
António Júlio Andrade; Maria Fernandes Guimarães; Maria Ferraz Correia
Terra Quente, 15 Novembro 2011
Inquisição Cristãos-novos Cosmógrafo-mor Luís Serrão Pimentel
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Sinagoga do Recife (exterior)
PINTO, Paulo Mendes
Novembro de 2008.
Sinagoga; Recife; Culto.
Novembro de 2008.
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Sinagoga do Recife (interior)
PINTO, Paulo Mendes
Novembro de 2008.
Sinagoga; Recife; Culto.
Novembro de 2008.
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Sinagoga do Recife (placa toponímica na parede exterior)
PINTO, Paulo Mendes
Novembro de 2008.
Sinagoga; Recife; Toponímia; Memória.
Novembro de 2008.
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The Case of the New Christians of Lamego as an example of resistance against the Portuguese Inquisition in Sixteenth Century Portugal
MATEUS, Susana Bastos; NOVOA, James Nelson
Hispania Judaica Bulletin, 6, Jerusalém, 2008, pp. 83-103.
Lamego; Tribunal do Santo Ofício; Resistência à perseguição
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The Departure of Duarte de Paz from Rome in the light of documents from the Vatican Secret Archive
NOVOA, James Nelson
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 7, 2007, pp. 273-300.
Duarte de Paz
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The drone and the honey. A metaphor about the diaspora of the Sephardim and formation of the financial elite in Europe (15th to 17th centuries)
ALMEIDA, A. A. Marques de
Revista Oceanos, nº 29, Lisboa, CNPCDP, 1997 (versão original)
money markets precious metals new pre-capitalist formations "the Prince's financiers" credit operations
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The Massacre of the New Christians of Lisbon in 1506: A New Eyewitness Account
SOYER, François
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 7, 2007, pp. 221-244.
Massacre de 1506; Perseguição; Intolerância; Massacres
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The Trial of Diogo Fernandes Neto 2 / Processo de Diogo Fernandes Neto no Tribunal del Governatore em Roma 2


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Documentos adicionais:

The Trial of Diogo Fernandes Neto by the tribunal of the Governor of Rome / Processo de Diogo Fernandes Neto no Tribunal del Governatore em Roma

Tribunale del Governatore busta 9, 1543 ASR. Published in “The Trial of Diogo Fernandes Neto by the Tribunale del governatore di Roma”, in Hispania Judaica, 7, 2010, pp. 277-316.
Tribunal, Governor of Rome, Diogo Fernandes Neto
Tribunale del Governatore busta 9, 1543 ASR. Published in “The Trial of Diogo Fernandes Neto by the Tribunale del governatore di Roma”, in Hispania Judaica, 7, 2010, pp. 277-316.
+Resumo
The trial of Diogo Fernandes Neto, a New Christian accused of conspiring against the Holy See took place in November 1543.
O processo de Diogo Fernandes Neto, um cristão-novo acusado de conspirar contra a Santa Sé, teve lugar em Novembro de 1543.

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Documentos adicionais:

The Trial of Diogo Fernandes Neto by the Tribunal of the Governor of Rome / Processo de Diogo Fernandes Neto no Tribunale de Governatore em Roma.
Tribunal of the Governor of Rome.; ;
ASR. Tribunale del Governatore di Roma 1543, busta 9. Published in “The Trial of Diogo Fernandes Neto by the Tribunale del governatore di Roma”, in Hispania Judaica, 7, 2010, pp. 277-316.
Tribunal of the Governor, Diogo Fernandes Neto, Diogo Antonio.
ASR. Tribunale del Governatore di Roma 1543, busta 9.  Published in “The Trial of Diogo Fernandes Neto by the Tribunale del governatore di Roma”, in Hispania Judaica, 7, 2010, pp. 277-316.
+Resumo
The Trial, held between October 23 and November 15, 1543 was celebrated on account of incriminating letters seized in Portugal and apparently sent to a leader of the New Christians there one of which was written by Neto who claimed to be in Rome as a procurator of the New Christian Nation.
O processo, mantido entre 23 de Outubro e 15 de Novembro de 1543, celebrou-se tendo por base cartas incriminatórias apreendidas em Portuga e que, aparentemente, eram dirigidas a um líder dos Cristãos-Novos, uma das quais escrita por Neto que dizia estar em Roma como procurador da Nação dos Cristãos Novos.



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The Trial of Diogo Fernandes Neto by the Tribunal of the Governor of Rome 3 / Processo de Diogo Fernandes Neto no Tribunal del Governatore em Roma 3


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Documentos adicionais:

The Trial of Diogo Fernandes Netto by the Tribunal of the Governor of Rome 4 / Processo de Diogo Fernandes Neto no Tribunal del Governatore em Roma 4


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Documentos adicionais:

The Trial of Diogo Fernandes Netto by the Tribunal of the Governor of Rome 5 / Processo de Diogo Fernandes Neto no Tribunal del Governatore em Roma 5


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Documentos adicionais:

Theatro comico portuguez [...] 1º v.: Vida de D. Quixote de la Mancha ; Esopaida, ou Vida de Esopo ; Os encantos de Medéa ; Amphitryão, ou Jupiter, e Alcmena, [22], 494, [4] p.
SILVA, António José da (o Judeu)
Lisboa : na Of. Patriarcal de Franc. Luiz Ameno, 1759-1761 [[]Quarta impressão]
Teatro; Cultura;
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Theatro comico portuguez [...] 2º v.: Labyrintho de Creta ; Guerras do alecrim, e mangerona ; Variedades de Protheo ; Precipicio de Faetonte, 538, [4] p.
SILVA, António José da (o Judeu)
Lisboa : na Of. Patriarcal de Franc. Luiz Ameno, 1759-1761 [[]Quarta impressão]
Teatro; Cultura;
(PDF formato pdf, 12,537 KB)

Theatro comico portuguez [...] 3º v.: Adolonimodonia ; A ninfa Siringa ; Novos encantos de amor ; Adriano em Syria, 452, p.
SILVA, António José da (o Judeu)
Lisboa : na Of. Patriarcal de Franc. Luiz Ameno, 1759-1761 [[]Quarta impressão]
Teatro; Cultura;
(PDF formato pdf, 9,432 KB)

Theatro comico portuguez [...] 4º v.: Filinto ; Encantos de Circe ; Semiramis ; Encantos de Merlim, 391 p.
SILVA, António José da (o Judeu)
Lisboa : na Of. Patriarcal de Franc. Luiz Ameno, 1759-1761 [Quarta impressão]
Teatro; Cultura;
(PDF formato pdf, 7,927 KB)

Tiberíades, século XVIII [Paris, Bibliothèque Nationale de France]

Tiberíades; Grácia Nasci; Joseph Nasci

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Tipologia do desengano: cristãos-novos portugueses entre Amsterdão e o Brasil holandês
VAINFAS, Ronaldo
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 7, 2007, pp. 9-29.
Cristãos-novos; Brasil holandês; Amsterdão
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Tomb stone of Antonio da Fonseca a New Christian banker and that of his wife, Antonia Luis, from Lamego, in the Spanish National Church of San Giacomo degli spagnoli in Rome / Pedra tumular de António da Fonseca, um banqueiro cristão-novo, e da sua mulher, Antónia Luís, de Lamego, na igreja nacional dos espanhóis de San Giacomo degli spagnoli em Roma.

Antonio da Fonseca, Rome, Lamego
+Resumo
Image of the tombstones of Antonio da Fonseca and his wife, Antonia Luis, in the chapel of the Resurrection in the Spanish National Church of San Giacomo degli spagnoli in Rome which was financed by Fonseca himself.

Imagem das pedras tumulares de António da Fonseca e da sua mulher, Antónia Luís, na capela da Ressureição na igreja naciona espanhola de San Giacomo degli spagnoli em Roma, a qual foi financiada pelo próprio Fonseca.

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Documentos adicionais:

Tomé Pegado de Paz: espião e servidor do duque de Naxos (1552-1578)
VALENTIM, Carlos Manuel
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º4, 2004, pp. 283-341.
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Traje de jovem judia, século XVI. Ilustração de "Voyages", fl. 277
NICOLAY, Nicolas de
Império Otomano; Grácia Nasci

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Traje de mulher judia, século XVI. Ilustração de "Voyages", fl. 276
NICOLAY, Nicolas de
Império Otomano; Grácia Nasci

( formato jpg, 194 KB)

Trouas de dous pastores .f. Siluestre & Amador / feytas por Bernaldim [sic] Ribeyro. - Nouamente empremidas com outros dous romãces
RIBEIRO, Bernardim, 1482-1552
[[]Lisboa : Germão Galharde], 1536. - [[]4] f.
Poesia; Renascimento; Cristãs-novos;
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Trovas do Bandarra . Frontispício.
Bandarra
Barcelona, 1809.
Bandarra; Messianismo; Trancoso; Livros messiânicos; Trovas.
Barcelona, 1809.
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Um "tefilah" manuscrito num processo da Inquisição de Lisboa
VIEIRA, Carla da Costa; GUIMARÃES, Maria Fernanda; MATEUS, Susana Bastos;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 537-568
+Resumo
A 19 de Junho de 1662, Manuel da Fonseca, juiz do fisco, encontrou um caderno manuscrito em casa de Fernão Mendes Guterres, mercador com loja de mercearia na Rua Nova, em Lisboa. Havia três dias que Guterres fora preso pela Inquisição, acusado de judaísmo.
Quando o juiz do fisco entrou em casa de Guterres para efectuar o inventário de bens, a esposa do mercador, Maria Soares, ainda tentou esconder o caderno entre as vestes, não sendo, no entanto, bem sucedida. Manuel da Fonseca entregou-o à Inquisição de Lisboa e, logo no dia seguinte, o seu conteúdo foi analisado na mesa do Santo Ofício. “Somente se lêem os salmos de David traduzidos na língua portuguesa e o mais se não lê bem, antes está escrito toscamente e sem fazer inteiro sentido” – e, mais à frente, concluem os inquisidores – “o dito caderno contém orações judaicas e salmos traduzidos em português que os judeus costumam rezar”.

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Um documento hebraico sobre a Batalha de Toro
STEINHARDT, Inácio
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º 5, 2005, pp. 115-134.
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Um documento inédito sobre a "moderna" comunidade israelita de Lisboa
SALOMON, Herman Prins
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº1. Lisboa, 2000, pp. 221 - 225.
Lisboa; Santo Ofício
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Um documento inédito sobre a "moderna" comunidade israelita de Lisboa.
SALOMON, Herman Prins
Cadernos de Estudos Sefarditas, Nº1, Lisboa, 2001, pp. 221 - 225.
Lisboa; Inquisição; Santo Oficio;
(PDF formato pdf, 625 KB)

Uma carta inédita do Dr. Jacob de Castro Sarmento
ESAGUY, Augusto d'
Lisboa, Imprensa Médica, 1953
Médicos; Medicina; Real Academia Portuguesa; Ensino;
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Uma casa de morada na Rua da Costanilha em Miranda do Douro
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães; Maria Ferraz Correia
Terra Quente, 1 Agosto 2012
Inquisição Cristãos-novos Miranda do Douro
(PDF formato pdf, 325 KB)

Uma descrição em primeira mão e em português da vida religiosa judaica numa comunidade de Marrocos no último quartel do século XVI
SALOMON, Herman Prins;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n. 8, 2008, pp. 245-312
+Resumo
Em 16 de Junho de 1587 foi convocado pelos Inquisidores de
Lisboa Anrique Sebastião, “judeu de Nação que se fez cristão”.
Tinha 46 anos e tinha vindo a Lisboa com 21 anos, portanto c.
1562. Embora o documento só indique “África”, ele era certamente
originário de Marrocos. Os Inquisidores queriam consultá-lo sobre
a maneira de celebrar os jejuns nas comunidades judaicas de
“África”. Receberam dele alguma informação, mas queriam saber
mais pormenores. Portanto convocaram outro Marroquino, Felipe
d’Austria, “judeu de Nação e natural de Fez; criado e morador em
Cabo de Gué (Agadir) e em Suz”. Tinha 40 anos e tinha-se baptizado
no “dia do Espírito Santo do presente ano.” Afirmou-se “lido
na Escritura Sagrada e sabido nas cerimónias dos judeus.” Portanto
um imigrante recém-chegado? Talvez nem tão recentemente, por que
revela conhecimento de vários costumes de “cá”, alem dos trechos da Vulgata e outras latinidades que apanhou. Teria tido uma
larga temporada de “judeu de sinal”? De um terceiro informante
marroquino entrevistado pelos Inquisidores no mesmo dia, só sabemos
o nome de baptismo (Paulo Sebastião) e a idade (c. 40).
Isto de “ser lido na Escritura Sagrada e sabido nas cerimónias
dos judeus” deve ter impelido os Inquisidores a pedir a Felipe
d’Áustria de lhes providenciar una descrição total do ano litúrgico e
do ciclo vital judaicos. Os Inquisidores devem tê-lo alojado num
aposento dos Estaus (claro que não em cela) o tempo necessário
para levar a termo a sua fascinante obra.
O mais impressionante, para mim, é o seu relativo domínio da
língua portuguesa, que deve ter aprendido em Marrocos, sendo ele,
como suponho, de origem portuguesa. A sua terra seria efectivamente
Santa Cruz de Cabo de Gué (possessão portuguesa até
1541). Vê-se no entanto que a língua que predomina no dia-a-dia
religioso desta comunidade é o espanhol, que deixa a sua forte
marca, sem no entanto desmoronar uma certa fluidez e vernaculidade
na escrita de Felipe d’Áustria.
Depois admiro o acervo de informação autêntica que Felipe
d’Áustria consegue acumular em tão reduzido espaço. Aqui podemos
respigar elementos do judaísmo “normativo” e compará-los
com o judaísmo que os Inquisidores se esforçavam por colocar nos
seus editais e nos seus processos aos Cristãos Novos portugueses e
vemos interessantes pontos comuns e divergências, que pedem
comentário.
E finalmente temos aqui uma espécie de continuação da rica
vida judaica portuguesa, tão brutalmente sufocada em 1497. Se não
tivesse acontecido o religiocídio operado por D. Manuel, poderíamos
imaginar que estamos a ler uma descrição da pacata vida judaica
em v.g. Bragança, Évora ou Trancoso, ano 1587. Talvez por
isso o autor esteja usando o imperfeito…
É interessante também como o autor, recém-baptizado neófito
católico, dirigindo-se a um “público” (os Inquisidores!) violentamente anti-judaico, consegue conciliar a sua nova afiliação religiosa
com uma amena simpatia pela antiga. Este documento deve ser
único pela língua, pelo estilo e pelo conteúdo.





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Uma rota de comércio entre Vinhais e a Galiza no século de 500
António Júlio Andrade; Maria Fernanda Guimarães; Maria Ferraz Correia
Terra Quente, 1 Maio 2012
Inquisição Cristãos-novos Vinhais Galiza
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Un guia de fontes para o estudo da Inquisisção portuguesa
CALAINHO, Daniela Buono & TAVARES, Célia Cristina da Silva
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Un Médico entre las Garras de la Inquisición: el proceso de Simón de Castro (1728-1730)
SOYER, François;
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.ºs 10-11, 2011, pp. 373-388
+Resumo
As relações que existiram entre o tristemente célebre Santo Ofício da Inquisição em Espanha e Portugal de um lado e o mundo dos médicos e da medicina do outro, começam a chamar a atenção de investigadores dentro e fora da Península Ibérica. Recentemente têm sido publicadas diversas investigações a respeito desta temática.

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Vila Flor, ano de 1583: o processo de Francisco Gonçalves, o Belo
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda
Terra Quente, 1 Junho 2013
Cristãos-Novos Inquisição Vila Flor
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Vila Flor, anos de 1558 - A fé messiânica de Vasco Fernandes e os sinais dos tempos
ANDRADE, António J.; GUIMARÃES, Maria Fernanda
Terra Quente, 15 Maio 2013
Cristãos-novos Inquisição Vila Flor Vasco Fernandes Messianismo
(PDF formato pdf, 225 KB)

Vinhais, anos de 1583 - o processo de Afonso Manuel, líder do "partido dos judeus"
Andrade, António Júlio; Guimarães, Maria Fernanda; Correia, Maria Ferraz
Terra Quente, 15 Junho 2012
Inquisição Cristãos-novos Vinhais
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Vista de Constantinopla, s.d. [Paris, Bibliothèque Nationale de France]

Constantinopla; Império Otomano; Grácia Nasci; Joseph Nasci

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Vista de Constantinopla, século XVIII [Paris, Bibliothèque Nationale de France]

Constantinopla; Império Otomano; Grácia Nasci; Joseph Nasci

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Vista de Constantinopla. Ilustração de "Relation Nouvelle d'un Voyage de Constantinople" [Paris, 1680, p. 75]
Desenhador: Guillaume Joseph Grelot
Constantinopla; Império Otomano; Grácia Nasci; Joseph Nasci

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Vista de Tiberíades, século XVIII [Paris, Bibliothèque Nationale de France]

Tiberíades; Joseph Nasci; Grácia Nasci

( formato jpg, 140 KB)

Women as religious leaders: the sources biblical and Rabbinic
SASSOON, Isaac S. D.
Cadernos de Estudos Sefarditas, n.º6, 2006, pp. 341-356.
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