{"id":9924,"date":"2010-01-30T09:43:59","date_gmt":"2010-01-30T09:43:59","guid":{"rendered":"https:\/\/catedra-alberto-benveniste.org\/pronto-para-entrega-agora-reserve-aqui-dicionario-dos-sefarditas-portugueses-mercadores-e-gente-de-trato\/"},"modified":"2010-01-30T09:43:59","modified_gmt":"2010-01-30T09:43:59","slug":"pronto-para-entrega-agora-reserve-aqui-dicionario-dos-sefarditas-portugueses-mercadores-e-gente-de-trato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catedra-alberto-benveniste.org\/en\/pronto-para-entrega-agora-reserve-aqui-dicionario-dos-sefarditas-portugueses-mercadores-e-gente-de-trato\/","title":{"rendered":"PRONTO PARA ENTREGA &#8211; AGORA, RESERVE AQUI: Dicion\u00e1rio dos Sefarditas Portugueses. Mercadores e Gente de Trato"},"content":{"rendered":"<p>Este volume, que \u00e9 o resultado do projecto hom\u00f3nimo financiado pela Funda\u00e7\u00e3o para a Ci\u00eancia e Tecnologia j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel para entrega, pelo que aceitamos, desde j\u00e1, reservas para o e-mail: <a href=\"mailto:cat.ests.sefarditas@fl.ul.pt\">cat.ests.sefarditas@fl.ul.pt<\/a>. Pode tamb\u00e9m fazer a reserva atrav\u00e9s do formul\u00e1rio dispon\u00edvel para o efeito: <a href=\"reservas.asp\">clique aqui<\/a>.<\/p>\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O papel hist\u00f3rico desempenhado pelas comunidades sefarditas de origem portuguesa no desenvolvimento da vida material, entre o s\u00e9culo XV e o s\u00e9culo XVIII, foi o objectivo principal da investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica que est\u00e1 na origem do Dicion\u00e1rio de Sefarditas Portugueses. Mercadores e Gente de Trato.<br \/>\nSobre este assunto encontra-se dispon\u00edvel, nos fundos das bibliotecas, uma vast\u00edssima bibliografia, alguma da qual, ainda que de relevante qualidade, permanece esquecida e de dif\u00edcil consulta.<br \/>\nNa feitura deste Dicion\u00e1rio a fase de investiga\u00e7\u00e3o arquiv\u00edstica durou quatro anos e a redac\u00e7\u00e3o dos verbetes e entradas ocupou a equipa de pesquisa durante igual per\u00edodo de tempo. <\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o e o planeamento do Projecto, os objectivos a cumprir e a forma de os alcan\u00e7ar, consumiram parte significativa do primeiro ano de trabalho. Nessa altura, dado que se tratava de um Projecto de longa dura\u00e7\u00e3o, achou-se por bem definir um conjunto de rotinas que, depois de verificadas, orientassem, com alguma seguran\u00e7a, o trabalho dos investigadores. Elaboraram-se os cronogramas individuais e fixaram-se os objectivos de cada investigador.<br \/>\nDesta forma anular-se-iam, ou reduzir-se-iam ao m\u00ednimo, as dificuldades que sempre surgem nas fases sucessivas de qualquer pesquisa, sobretudo em projectos com esta dura\u00e7\u00e3o.<br \/>\nNum primeiro momento, a equipa definiu alguns problemas ontol\u00f3gicos que se apresentavam. Desta forma, assumiu-se que toda a pesquisa se organizaria em torno dos Mercadores e Gente de Trato de origem sefardita portuguesa, com actividade econ\u00f3mica ou comercial entre o \u00faltimo quartel do s\u00e9culo XV e a primeira metade do s\u00e9culo XVIII.<br \/>\nA interioriza\u00e7\u00e3o deste enquadramento ontol\u00f3gico foi fundamental para delimitar a pesquisa, e premissa b\u00e1sica para que as fases subsequentes n\u00e3o se afastassem demasiado das expectativas iniciais.<br \/>\nDepois de, provisoriamente, ter sido clarificada a metodologia de trabalho, com a defini\u00e7\u00e3o dos objectivos individuais e colectivos, tra\u00e7aram-se os algoritmos em conformidade com a especificidade das tarefas a concretizar. E, de seguida, marcaram-se os cronogramas, sujeitos, como sempre acontece, a ajustamentos imprevistos.<br \/>\nDesde logo a equipa de investiga\u00e7\u00e3o definiu formas de recolher e tratar a informa\u00e7\u00e3o, em conformidade com linhas de orienta\u00e7\u00e3o previamente discutidas. Pretendia-se dotar a equipa de procedimentos relativamente definitivos, ainda que suscept\u00edveis de ajustamentos impostos pelas surpresas e desvios a que todas as pesquisas est\u00e3o sujeitas.<br \/>\nEsta preocupa\u00e7\u00e3o resultou em ganhos claros: desde o primeiro momento, o tratamento da informa\u00e7\u00e3o nova j\u00e1 se encontrava desenhado e a funcionar de forma a responder \u00e0s solicita\u00e7\u00f5es dos objectivos b\u00e1sicos do Projecto.<\/p>\n<p>Apresentamos a vers\u00e3o final do Projecto sob a forma de Dicion\u00e1rio por nos parecer ser esta a melhor maneira de organizar o conhecimento novo que a pesquisa proporcionou. Por um lado pela facilidade em estruturar a informa\u00e7\u00e3o; depois, porque as numerosas remiss\u00f5es e os \u00edndices remissivos transferem a informa\u00e7\u00e3o de um ponto a outro e estabelecem a liga\u00e7\u00e3o entre elementos aparentemente distantes, assim, facilitando, e muito, o trabalho do leitor.<br \/>\nAs biografias foram sendo elaboradas em conformidade com um gui\u00e3o pr\u00e9-estabelecido, e sendo ajustadas \u00e0 medida que a investiga\u00e7\u00e3o progredia e revelava novos dados.<br \/>\nFrequentemente, e por diversas raz\u00f5es, algumas entradas ganham a forma de estudos de caso, na medida em que s\u00e3o exemplos, e alguns mesmo paradigm\u00e1ticos, no quadro que temos da \u00e9poca e da tem\u00e1tica. Mas s\u00e3o tamb\u00e9m o resultado de um entrecruzar de fontes e de dados muito complexos com que se tecem as teias relacionais entre fam\u00edlias e indiv\u00edduos, e entre estes e as comunidades, quase todos, praticamente, em di\u00e1spora.<br \/>\nNoutro sentido, a escolha da prosopografia como campo metodol\u00f3gico de trabalho, partindo da recolha da informa\u00e7\u00e3o a este respeito j\u00e1 conhecida, possibilitou a an\u00e1lise comparativa e de valida\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados, e sempre que surgiam refer\u00eancias \u00e0 Inquisi\u00e7\u00e3o, remeteu-nos para os processos da Torre do Tombo. Assim a informa\u00e7\u00e3o com que se trabalhava tornou-se mais complexa, orientando-nos para a dupla h\u00e9lice do Projecto: por um lado conhecer a estrutura\u00e7\u00e3o interior das fam\u00edlias, evidenciando a informa\u00e7\u00e3o geneal\u00f3gica; por outro, e por via do invent\u00e1rio de bens, lan\u00e7ar luz sobre as formas de acumula\u00e7\u00e3o patrimonial, e mesmo sobre as transfer\u00eancias de bens no seio das pr\u00f3prias fam\u00edlias ou mesmo entre elas.<\/p>\n<p>Igualmente foram definidos os acervos documentais, a bibliografia tem\u00e1tica e criadas condi\u00e7\u00f5es para leituras de rastreio da informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel. Genericamente, a consulta bibliogr\u00e1fica organizou-se em torno de \u201c\u00e2ncoras bibliogr\u00e1ficas\u201d, de que s\u00e3o exemplos os estudos sobre a Europa do Norte e sobre o Brasil e a Ibero-Am\u00e9rica.<br \/>\nEste dicion\u00e1rio afirma um saber tem\u00e1tico. Um momento de s\u00edntese daquilo que, num determinado tempo, sobre ele se conhece. D\u00e1 conta de saberes, muitas vezes geracionais, integra a nova informa\u00e7\u00e3o, e procura a sua valida\u00e7\u00e3o cient\u00edfica na novidade que cont\u00e9m e no rigor metodol\u00f3gico do seu tratamento. Mas continua um texto aberto que, embora alargando os horizontes do que se conhece, est\u00e1 sujeito \u00e0 perda de novidade mas, seguramente o desejamos, incentivar\u00e1 \u00e0 descoberta de novos problemas e \u00e0 formula\u00e7\u00e3o de novas solu\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Reserv\u00e1mos para o fim desta breve apresenta\u00e7\u00e3o dizer o quanto estamos gratos \u00e0s pessoas e institui\u00e7\u00f5es que deram alento a este Projecto. Em primeiro lugar, \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o para a Ci\u00eancia e Tecnologia; \u00e0 Fam\u00edlia Benveniste, Dr. Serge Marcos de Benveniste e Dra. Monique Marcos de Benveniste, mecenas da C\u00e1tedra de Estudos Sefarditas \u201cAlberto Benveniste\u201d.<br \/>\n\u00c0 Funda\u00e7\u00e3o da Universidade de Lisboa. \u00c0 Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e ao Centro de Hist\u00f3ria da Universidade de Lisboa.<br \/>\nA todos, o nosso obrigado. <\/p>\n<p>A.        A. Marques de Almeida<br \/>\nInvestigador Respons\u00e1vel<\/p>\n<p>______________________________________________________<\/p>\n<p>Institui\u00e7\u00f5es (Arquivos e Bibliotecas) que suportaram a pesquisa*<\/p>\n<p>SIBUL (Sistema Inform\u00e1tico das Bibliotecas da Universidade de Lisboa);<br \/>\nBiblioteca Nacional de Portugal;<br \/>\nBiblioteca Jo\u00e3o Paulo II (Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa);<br \/>\nBiblioteca Geral da Universidade de Coimbra;<br \/>\nInstituto dos Arquivos Nacionais\/Torre do Tombo;<br \/>\nBiblioteca da C\u00e1tedra \u00abAlberto Benveniste\u00bb;<br \/>\nBiblioteca da Academia das Ci\u00eancias de Lisboa;<br \/>\nBiblioteca da Ajuda<br \/>\nBiblioteca P\u00fablica e Arquivo Distrital de \u00c9vora<br \/>\nBiblioteca P\u00fablica Municipal do Porto<br \/>\nBiblioteca da Faculdade de Letras da Universidade e Lisboa.<\/p>\n<p>Biblioteca Rosenthaliana (Universidade de Amesterd\u00e3o);<br \/>\nArchivo General de Simancas;<br \/>\nReal Gabinete de Leitura do Rio de Janeiro;<br \/>\nBiblioteca da Universidade Fluminense;<br \/>\nBiblioteca da Universidade de S\u00e3o Paulo;<br \/>\nBiblioteca da Universidade Presbiteriana de McKenzie (S. Paulo).<br \/>\nArchivo General de la Naci\u00f3n (Lima, Per\u00fa)<\/p>\n<p>E ainda, como manuais de refer\u00eancia, consultaram-se:<br \/>\nAnt\u00f3nio Joaquim Anselmo, Bibliografia das Obras impressas em Portugal no S\u00e9culo XVI, Lisboa, 1926;<br \/>\nBoletim Internacional de Bibliografia Luso-Brasileira, Lisboa, Funda\u00e7\u00e3o Gulbenkian, 1960-1973;<br \/>\nCat\u00e1logo da Livraria Conde de Ameal, Porto, 1924<br \/>\nCat\u00e1logo da Livraria de Fernando Palha, Lisboa, 1896;<br \/>\nCat\u00e1logo da Livraria dos Condes de Azevedo Samod\u00e3es, Porto 1921\/22<br \/>\nInoc\u00eancio Francisco da Silva, Dicion\u00e1rio Bibliogr\u00e1fico Portugu\u00eas<br \/>\nJorge Peixoto, Bibliografia anal\u00edtica das Bibliotecas Portuguesas, Coimbra, Biblioteca Geral da Universidade, 1987.<\/p>\n<p>* Todas as entradas do Dicion\u00e1rio remetem para bibliografia de suporte (estudos e fontes).<\/p>\n<p>__________________________________________________<\/p>\n<p>Ficha t\u00e9cnica<\/p>\n<p>Seguidamente apresenta-se os indicadores constantes da base de dados com que todos os investigadores trabalharam e que, naturalmente, foram os campos com que se constru\u00edram os textos referentes a cada biografado:<br \/>\n&#8211; Nome cat\u00f3lico<br \/>\n&#8211; Nome Judaico<br \/>\n&#8211; Nome Cat\u00f3lico (outro)<br \/>\n&#8211; Local de nascimento<br \/>\n&#8211; Local de casamento<br \/>\n&#8211; Data de casamento<br \/>\n&#8211; Local de falecimento<br \/>\n&#8211; Data de falecimento<br \/>\n&#8211; Pai<br \/>\n&#8211; M\u00e3e<br \/>\n&#8211; Av\u00f3s paternos<br \/>\n&#8211; Av\u00f3s Maternos<br \/>\n&#8211; Estado civil<br \/>\n&#8211; C\u00f4njuge<br \/>\n&#8211; Local de nascimento do c\u00f4njuge<br \/>\n&#8211; Data de nascimento do c\u00f4njuge<br \/>\n&#8211; Local de falecimento do c\u00f4njuge<br \/>\n&#8211; Data de falecimento do c\u00f4njuge<br \/>\n&#8211; Filhos<br \/>\n&#8211; Netos<br \/>\n&#8211; Outras rela\u00e7\u00f5es familiares<br \/>\n&#8211; Fortuna<br \/>\n&#8211; Profiss\u00e3o ou actividade<br \/>\n&#8211; Rela\u00e7\u00f5es comerciais<br \/>\n&#8211; Intermedi\u00e1rios<br \/>\n&#8211; Contratadores relacionados<br \/>\n&#8211; Rela\u00e7\u00f5es com estrangeiros<br \/>\n&#8211; Rela\u00e7\u00f5es com o poder pol\u00edtico<br \/>\n&#8211; Observa\u00e7\u00f5es<br \/>\n&#8211; Percurso<\/p>\n<p>_____________________________________________________<\/p>\n<p>Equipa de investiga\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>A. A. Marques de Almeida &#8211; Investigador Respons\u00e1vel<\/p>\n<p>Paulo Mendes Pinto \u2013 Coordenador<\/p>\n<p>Carla Vieira &#8211; Bolseira de Investiga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (FCT)<br \/>\nSusana Bastos Mateus &#8211; Bolseira de Investiga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (FCT)<br \/>\nFlorbela Veiga Frade &#8211; Colaboradora eventual<br \/>\nPatr\u00edcia Cardoso Correia &#8211; Colaboradora eventual \/ estagi\u00e1ria<br \/>\nClareana Marques &#8211; Colaboradora eventual \/ estagi\u00e1ria<br \/>\nRita Henriques &#8211; Colaboradora eventual \/ estagi\u00e1ria<br \/>\nCatarina Dur\u00e3o &#8211; Colaboradora eventual \/ estagi\u00e1ria<br \/>\nCarlos Manuel Valentim &#8211; Colaborador eventual<br \/>\nMaria Fernanda Guimar\u00e3es &#8211; Colaboradora<br \/>\nJames Nelson Novoa &#8211; Colaborador eventual<br \/>\nAlice Tavares &#8211; Colaboradora eventual<br \/>\nPedro Beir\u00e3o &#8211; Colaborador eventual<br \/>\nTiago Polmo &#8211; Colaborador eventual<br \/>\nMaria da Gra\u00e7a Mateus Ventura (ICIA)- Participa\u00e7\u00e3o na fase inicial da estrutura\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este volume, que \u00e9 o resultado do projecto hom\u00f3nimo financiado pela Funda\u00e7\u00e3o para a Ci\u00eancia e Tecnologia j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel para entrega, pelo que aceitamos, desde j\u00e1, reservas para o e-mail: cat.ests.sefarditas@fl.ul.pt. 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